Entenda em 30 segundos
- Fernando Alonso critica a era híbrida da Fórmula 1 e diz que a categoria perdeu quase uma década de pilotagem pura desde 2014.
- Segundo o bicampeão mundial, a aposta da F1 na eletrificação, alinhada à indústria automotiva, prejudicou a essência do esporte e a qualidade das ultrapassagens vistas na temporada atual.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Fernando Alonso critica a era híbrida da Fórmula 1 e diz que a categoria perdeu quase uma década de pilotagem pura desde 2014.
- Fernando Alonso criticou duramente a atual era híbrida da Fórmula 1, afirmando que a categoria perdeu quase uma década de “pilotagem pura” desde a introdução das unidades de potência turbo-híbridas em 2014.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Fernando Alonso criticou duramente a atual era híbrida da Fórmula 1, afirmando que a categoria perdeu quase uma década de “pilotagem pura” desde a introdução das unidades de potência turbo-híbridas em 2014. O piloto da Aston Martin destacou que a constante gestão de energia, como o super-clipping e a necessidade de tirar o pé antes das curvas, torna as corridas artificiais e menos competitivas. Segundo o bicampeão mundial, a aposta da F1 na eletrificação, alinhada à indústria automotiva, prejudicou a essência do esporte e a qualidade das ultrapassagens vistas na temporada atual.
O espanhol Fernando Alonso se juntou nesta quinta-feira ao coro de críticas contra a atual era híbrida da Fórmula 1, afirmando que o esporte perdeu “quase uma década” de “pilotagem pura” desde a introdução das unidades de potência turbo-híbridas em 2014.
Duas vezes campeão mundial, o piloto da Aston Martin questionou especificamente a necessidade de gerenciar constantemente a energia dos carros, uma situação que, segundo vários pilotos, compromete a natureza competitiva das corridas.
“O DNA dessas unidades de potência permanecerá sempre o mesmo”, declarou ele ao ser questionado sobre a possibilidade de alterar a distribuição de potência entre o motor de combustão interna e o sistema elétrico.
Fonte: Gazeta Esportiva - Fórmula 1