Entenda em 30 segundos
- Chefe da Andretti e presidente da Associação de Equipes, Roger Griffiths apontou desafios logísticos para melhor exploração dos diferentes pacotes aerodinâmicos dos carros Gen4
- O dirigente destacou pontos como uso dos diferentes níveis de carga aerodinâmica e limitações logísticas como focos de atenção e que seguem em debate antes da aprovação final do regulamento.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Chefe da Andretti e presidente da Associação de Equipes, Roger Griffiths apontou desafios logísticos para melhor exploração dos diferentes pacotes aerodinâmicos dos carros Gen4
- Chefe da Andretti e presidente da Associação de Equipes, Roger Griffiths apontou desafios logísticos para melhor exploração dos diferentes pacotes aerodinâmicos dos carros Gen4 A Fórmula E ainda discute detalhes importa…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Chefe da Andretti e presidente da Associação de Equipes, Roger Griffiths apontou desafios logísticos para melhor exploração dos diferentes pacotes aerodinâmicos dos carros Gen4
A Fórmula E ainda discute detalhes importantes do formato esportivo da era Gen4, que começa na temporada 2026/27, e Roger Griffiths, chefe da Andretti e presidente da Associação de Equipes da categoria, admitiu preocupação com pontos práticos relacionados ao novo carro. O dirigente destacou pontos como uso dos diferentes níveis de carga aerodinâmica e limitações logísticas como focos de atenção e que seguem em debate antes da aprovação final do regulamento.
Apresentado publicamente em Paul Ricard no mês passado, o Gen4 representa uma ruptura importante para a Fórmula E ao combinar mais potência, tração integral permanente e um pacote técnico significativamente mais agressivo. Apesar do entusiasmo em torno do desempenho do novo carro, Griffiths indicou que ainda existe trabalho a fazer para definir como tudo funcionará na prática.
Em entrevista ao portal The Race, o dirigente explicou que a principal questão aberta envolve justamente o formato esportivo dos fins de semana e os desafios para utilizar as diferentes configurações desenvolvidas para o novo modelo.
Fonte: Grande Prêmio