Entenda em 30 segundos
- O árbitro somali Omar Artan, que ficou fora da Copa do Mundo de 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada, foi convidado para apitar a Supercopa da Uefa.
- O caso gerou grande repercussão na Somália, onde o árbitro foi recebido como herói ao retornar.
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Resumo da Redação
- O árbitro somali Omar Artan, que ficou fora da Copa do Mundo de 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada, foi convidado para apitar a Supercopa da Uefa.
- O Departamento de Estado dos EUA alegou que Artan tinha ligações com pessoas suspeitas de terrorismo, acusação que ele nega.
- Acompanhe a central de futebol do Placar Vivo para ver como esse assunto se conecta com a tabela e os próximos jogos.
Por que acompanhar
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Contexto Placar Vivo
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O que aconteceu
O árbitro somali Omar Artan, que ficou fora da Copa do Mundo de 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada, foi convidado pela Uefa para apitar a Supercopa da Uefa entre PSG e Aston Villa nesta quarta-feira (12). O Departamento de Estado dos EUA alegou que Artan tinha ligações com pessoas suspeitas de terrorismo, acusação que ele nega. O caso gerou grande repercussão na Somália, onde o árbitro foi recebido como herói ao retornar. Como forma de reconhecimento, a Uefa escolheu Artan para comandar a decisão da Supercopa. Aos 34 anos, ele será o primeiro árbitro somali a apitar uma partida na Europa e considera a oportunidade um marco em sua carreira. Além de reforçar a cooperação entre Uefa e Confederação Africana de Futebol (CAF), a nomeação também é vista como um gesto político em meio às recentes divergências entre Uefa e Fifa, liderada por Gianni Infantino.
Após ter o sonho de atuar na Copa do Mundo de 2026 frustrado por ter sua entrada nos Estados Unidos negada em junho, o árbitro somali Omar Artan foi convidado pela Uefa para apitar a final da Supercopa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa, que será disputada nesta quarta-feira (12).
Antes do início do Mundial, Artan ficou sob os holofotes da mídia após não conseguir entrar no território americano ao chegar ao Aeroporto Internacional de Miami, apesar de integrar o grupo de árbitros selecionados pela Fifa para o torneio.
“Foi um período muito difícil”, reconhece o árbitro de 34 anos em uma entrevista publicada no site da Uefa.
Fonte: Gazeta Esportiva - Futebol