Entenda em 30 segundos
- Zak Brown revelou que esteve muito perto de assumir um cargo diretamente na Fórmula 1, antes de escolher a McLaren.
- Brown chegou à McLaren em 2016 como diretor executivo do McLaren Technology Group e assumiu o cargo de CEO da McLaren Racing em 2018.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Zak Brown revelou que esteve muito perto de assumir um cargo diretamente na Fórmula 1, antes de escolher a McLaren. O atual CEO da equipe britânica, afirmou
- O atual CEO da equipe britânica, afirmou que recebeu uma oportunidade considerada 'incrível' para trabalhar na categoria, mas decidiu seguir com a equipe no automobilismo porque queria continuar envolvido diretamente co…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images O cenário mudou após as alterações internas na McLaren e a saída de Dennis da empresa: “Quando os acionistas se separaram e Ron deixou a empresa, me apresentaram algo mais empolgante do que a oportunidade na Fórmula 1”, afirmou. Mesmo reconhecendo o tamanho da proposta recebida da categoria, o CEO afirmou que sua paixão pelas corridas pesou na decisão final: “A Fórmula 1 era uma oportunidade inacreditável. Mas o que eu gosto na McLaren é que eu gosto de correr”, disse ele. Brown utilizou Bernie Ecclestone como exemplo para explicar sua visão sobre o esporte: “Quando as luzes se apagavam, Bernie ia para casa. Quando as luzes se apagam, eu quero correr”, acrescentou. Segundo ele, trabalhar na Fórmula 1 ofereceria o lado comercial e o contato com os fãs, mas faltaria justamente a vivência direta nas corridas. O dirigente também relembrou o cenário encontrado quando chegou à McLaren. Brown descreveu a equipe como um ambiente problemático, marcado por descontentamento interno e muita política. Ainda assim, enxergou potencial em uma marca histórica que precisava ser revitalizada. A mudança visual para o tradicional tom papaya fez parte dessa transformação, segundo Brown, em uma tentativa de tornar a McLaren uma marca 'mais energética, amigável e acolhedora'. O executivo também destacou o fortalecimento comercial da equipe como peça-chave para financiar melhorias técnicas, contratar pilotos e investir em estrutura. Fonte: F1 Mania