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Castroneves lamenta pit-stops lentos e estratégia na Indy 500: “Decisão da equipe”

Em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO, Helio Castroneves revelou que teve rejeitado o pedido de parar na última das bandeiras amarelas por conta da chuva O post Castroneves lamenta pit-stops lentos e estratégia na Indy 500: “Decis…

Castroneves lamenta pit-stops lentos e estratégia na Indy 500: “Decisão da equipe”
Helio Castroneves (Foto: Indycar)

Hélio Castroneves lamentou os pit-stops e a estratégia na reta final das 500 Milhas de Indianápolis, vencidas pelo companheiro de Meyer Shank, Felix Rosenqvist. O momento crucial aconteceu após a segunda bandeira amarela causada pela leve chuva que caiu no autódromo, quando a equipe optou por chamar o sueco e também Marcus Armstrong aos boxes, deixando o brasileiro na pista. Em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO, o tetracampeão da prova admitiu que gostaria de ter parado junto com os companheiros.

Com a parada na volta 135, Rosenqvist, Armstrong e os pilotos que estavam naquela janela conseguiram completar a corrida fazendo apenas mais um pit-stop em bandeira verde, enquanto Castroneves e os demais precisaram de duas paradas. O pelotão até voltou a se agrupar após a bandeira amarela causada pelo acidente de Caio Collet na reta final da prova, mas quem vinha mais atrás ainda precisava escalar boa parte do grid.

Mais do que o abandono por falha mecânica a seis voltas do fim, Castroneves reclamou do desempenho nos boxes, que, segundo ele, não foi satisfatório ao longo das 500 Milhas de Indianápolis deste domingo (24). A combinação entre pit-stops lentos e uma estratégia diferente da desejada acabou prejudicando o brasileiro.

“Em relação ao Felix [Rosenqvist], incrível! Digo isso para os dois, tanto [Marcus] Armstrong quanto o Felix, pois ambos fizeram um excelente trabalho. Pedi para parar com eles, mas a equipe decidiu dividir a estratégia. Como não estou no campeonato… foi a estratégia correta. Eu sabia disso, mas, infelizmente, foi a decisão da equipe e tive de seguir”, respondeu Castroneves ao GRANDE PRÊMIO.

“Nosso pit-stop foi um pouquinho mais complicado. O equilíbrio do carro também não estava dos melhores, porque a gente tentava ir para frente”, acrescentou.

Helio Castroneves (Foto: Indycar)
Helio Castroneves (Foto: Indycar)

“Pit-stop é muito importante, e chega em uma situação em que não dá mais para ultrapassar. Então, você precisa de uma boa parada. Nas relargadas, acho que estava indo muito bem, mas, enfim, ficou muito difícil. Tentamos de tudo: colocamos mais asa, tiramos asa, mudamos pressão do pneu, barra… fizemos de tudo”, finalizou Castroneves, que correu para o pódio comemorar a vitória de Rosenqvist.

A Indy retorna já no próximo fim de semana, no dia 31, com o GP de Detroit, em circuito montado nas ruas da cidade mais populosa do estado do Michigan, nos Estados Unidos.

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Fonte original: Grande Prêmio