Entenda em 30 segundos
- Especialistas analisam a nova política da CBV sobre o teste do gene SRY, explicam o impacto da medida para atletas trans e comentam o caso de Tiffany Abreu.
- Em entrevista à Gazeta Esportiva, os médicos Wandyk Allison e Clarissa Rios explicaram que o gene está ligado ao desenvolvimento sexual masculino, mas não mede fatores diretamente relacionados ao des…
- Acompanhe o desdobramento do tema na central de futebol do Placar Vivo.
Resumo da Redação
- Especialistas analisam a nova política da CBV sobre o teste do gene SRY, explicam o impacto da medida para atletas trans e comentam o caso de Tiffany Abreu.
- A decisão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) de adotar a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a realização do teste do gene SRY pode impactar diretamente a continuidade de Tiffany Abreu na elit…
- Acompanhe a central de futebol do Placar Vivo para ver como esse assunto se conecta com a tabela e os próximos jogos.
Por que acompanhar
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Contexto Placar Vivo
No futebol, notícias de mercado, bastidores e resultados impactam diretamente a tabela de classificação, as cotas de transferência e o planejamento dos clubes para as próximas janelas. O Placar Vivo organiza o tema com contexto para o leitor entender onde esse assunto se encaixa na temporada atual.
O que aconteceu
A decisão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) de adotar a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a realização do teste do gene SRY pode impactar diretamente a continuidade de Tiffany Abreu na elite do vôlei brasileiro. Em entrevista à Gazeta Esportiva, os médicos Wandyk Allison e Clarissa Rios explicaram que o gene está ligado ao desenvolvimento sexual masculino, mas não mede fatores diretamente relacionados ao desempenho esportivo. Os especialistas afirmam que a ciência ainda não possui consenso sobre uma eventual vantagem competitiva de atletas trans e defendem que a discussão envolve aspectos biológicos, regulatórios, sociais e éticos. A medida também dividiu personalidades do vôlei, com manifestações públicas de apoio e reprovação à nova regra.
Uma semana após a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciar a adoção da política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a realização do teste do gene SRY, a Gazeta Esportiva ouviu especialistas para entender os impactos da medida sobre a participação de atletas trans no esporte. A nova regra deve afetar diretamente a ponteira e oposta Tiffany Abreu, do Osasco, única jogadora trans em atividade na elite do vôlei brasileiro.
Em março de 2026, o COI anunciou uma nova política para determinar a elegibilidade de atletas na categoria feminina. O critério adotado prevê a realização de um teste para identificar a presença ou ausência do gene SRY (Sex-determining Region Y), associado ao desenvolvimento sexual masculino.
O anúncio foi feito pela presidente da entidade, Kirsty Coventry, que também recomendou a adoção da medida por federações internacionais, comitês olímpicos nacionais e demais órgãos responsáveis pela regulamentação esportiva. Cinco meses depois, a CBV informou que passará a seguir a política da entidade olímpica em suas competições nacionais.
Fonte: Gazeta Esportiva - Geral