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Domenicali fala em interesse crescente da F1 nos EUA: "Apenas no começo da jornada"

Stefano Domenicali acredita que ainda há muito potencial de mercado para a Fórmula 1 nos Estados Unidos. O CEO apontou que a categoria apenas arranhou a

Domenicali fala em interesse crescente da F1 nos EUA: "Apenas no começo da jornada"
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 100/100

Entenda em 30 segundos

  • Stefano Domenicali acredita que ainda há muito potencial de mercado para a Fórmula 1 nos Estados Unidos.
  • No calendário atual, há três paradas nos EUA: o GP de Miami, que acontece neste final de semana, o GP dos Estados Unidos, em Austin, e o GP de Las Vegas - os dois últimos no final do ano.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • Stefano Domenicali acredita que ainda há muito potencial de mercado para a Fórmula 1 nos Estados Unidos. O CEO apontou que a categoria apenas arranhou a
  • O CEO apontou que a categoria apenas arranhou a superfície comercial no país.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

F1 2025, GP dos Estados Unidos, EUA, Circuito das Américas, COTA

Stefano Domenicali acredita que ainda há muito potencial de mercado para a Fórmula 1 nos Estados Unidos. O CEO apontou que a categoria apenas arranhou a superfície comercial no país. No calendário atual, há três paradas nos EUA: o GP de Miami, que acontece neste final de semana, o GP dos Estados Unidos, em Austin, e o GP de Las Vegas - os dois últimos no final do ano. Então, falando na Autosport Business Exchange Miami, o dirigente refletiu no período de expansão da Fórmula 1 nos Estados Unidos e que há interesse em ter mais praças no calendário. "Bem, se você pensar bem, a F1 sempre esteve presente nos EUA, mas de forma aleatória, eu diria, em termos de presença. Estivemos em Detroit, estivemos em Indianápolis, estivemos em Austin. E a última vez que estivemos em Austin, não há 100 anos, mas apenas oito anos atrás, tivemos cerca de 60.000 pessoas", disse. "E agora temos três corridas onde a média de público é enorme. Isso significa que a evolução do amor pela Fórmula 1 neste país tem sido fenomenal. Quando decidimos estar em Miami, pensamos que era o lugar certo, o ponto de vista certo, numa cidade que está basicamente muito alinhada com tudo o que a F1 quer ser: um lugar glamoroso, o ambiente econômico certo, o lugar certo para liderar o desenvolvimento e o crescimento do negócio nos EUA", emendou. Oscar Piastri (AUS) McLaren F1 Team MCL40. Foto: XPB Images "E agora, curiosamente, depois de três corridas, já há muitos pedidos para estarmos mais nos EUA. E isso é algo que precisamos administrar, claro, com cuidado", seguiu. "Mas estamos apenas no começo da nossa jornada nos EUA. Ainda não chegamos lá. E eu sempre disse que o esporte nos EUA, que respeitamos muito, faz parte da cultura. E mudar uma cultura ou fazê-la evoluir leva tempo. Então, precisamos continuar insistindo no que queremos fazer junto com nossos parceiros e promotores, porque os EUA nos oferecem uma oportunidade de crescimento enorme e significativa." "E a dimensão do negócio que você encontra nos EUA não se encontra em nenhum outro lugar do mundo. Claro, somos um esporte mundial que precisa atrair a atenção de todas as empresas e esportes ao redor do mundo. Mas definitivamente este mercado e este país representam para nós uma área onde continuaremos investindo, e continuaremos investindo, com os parceiros certos. Mas isso é algo que levará tempo para alcançarmos um novo patamar de crescimento", pontuou. "E não vamos desistir. Vamos permanecer aqui. Sabemos que os maiores esportes dos EUA ainda estão longe, mas nós somos pilotos." Portanto, não temos receio e vamos partir para o ataque, respeitando, claro, outros esportes, mas vamos estar presentes na cultura dos fãs americanos mais cedo do que vocês imaginam", concluiu.

Fonte: F1 Mania