Entenda em 30 segundos
- Felipe Drugovich disse que pista inédita para era Gen3 reduz vantagem dos pilotos mais experientes e projetou corrida com dinâmica semelhante às de Mônaco
- Portanto, projetou que a corrida na cidade chinesa deve ser “uma loteria” — o que pode favorecê-lo na busca por um bom resultado.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Felipe Drugovich disse que pista inédita para era Gen3 reduz vantagem dos pilotos mais experientes e projetou corrida com dinâmica semelhante às de Mônaco
- Apesar de ser estreante na categoria, o brasileiro destacou que a ausência da pista no calendário da Fórmula E ao longo da era Gen3 joga a favor, já que nenhuma equipe ou piloto tem experiência de correr no local com os…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Felipe Drugovich disse que pista inédita para era Gen3 reduz vantagem dos pilotos mais experientes e projetou corrida com dinâmica semelhante às de Mônaco
Felipe Drugovich acredita que chega ao eP de Sanya em pé de igualdade em relação ao resto do grid. Apesar de ser estreante na categoria, o brasileiro destacou que a ausência da pista no calendário da Fórmula E ao longo da era Gen3 joga a favor, já que nenhuma equipe ou piloto tem experiência de correr no local com os carros atuais. Portanto, projetou que a corrida na cidade chinesa deve ser “uma loteria” — o que pode favorecê-lo na busca por um bom resultado.
Em 2018, Sanya assinou contrato para receber a Fórmula E por múltiplos anos e sediou a primeira corrida em março de 2019. Mas a pandemia de Covid-19 e a lenta reabertura da China a viagens internacionais impediu o retorno nos anos seguintes. Quando o país encerrou as restrições, a categoria elétrica optou por correr em Xangai, no mesmo circuito que recebe a Fórmula 1. Porém, sempre houve a intenção de retornar à Ilha de Hainan — o que se concretiza na temporada 2025/26.
Para Drugovich, esse hiato de Sanya joga a favor para manter o bom momento no campeonato, após pontuar e subir ao pódio na rodada dupla em Mônaco. Ao ser questionado pelo GRANDE PRÊMIO, explicou que a falta de referências com os carros Gen3 no circuito tende a reduzir o peso da experiência dos adversários.
Fonte: Grande Prêmio