Entenda em 30 segundos
- Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno dividem com Kylian Mbappé liderança na artilharia histórica das partidas eliminatórias de Copa.
- O levantamento da FIFA ganha destaque às vésperas do duelo entre Brasil e Japão pela fase de mata-mata do Mundial.
- Acompanhe o desdobramento do tema na central de futebol do Placar Vivo.
Resumo da Redação
- Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno dividem com Kylian Mbappé liderança na artilharia histórica das partidas eliminatórias de Copa.
- Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno lideram, ao lado de Kylian Mbappé, a lista de maiores artilheiros da história das partidas eliminatórias da Copa do Mundo, com oito gols cada.
- Acompanhe a central de futebol do Placar Vivo para ver como esse assunto se conecta com a tabela e os próximos jogos.
Por que acompanhar
No futebol, cada movimentação de mercado, resultado ou declaração de bastidores pode influenciar a tabela, a confiança do elenco e as decisões técnicas das próximas rodadas. Acompanhar esse tema ajuda a entender o momento dos clubes envolvidos.
Contexto Placar Vivo
No futebol, notícias de mercado, bastidores e resultados impactam diretamente a tabela de classificação, as cotas de transferência e o planejamento dos clubes para as próximas janelas. O Placar Vivo organiza o tema com contexto para o leitor entender onde esse assunto se encaixa na temporada atual.
O que aconteceu
Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno lideram, ao lado de Kylian Mbappé, a lista de maiores artilheiros da história das partidas eliminatórias da Copa do Mundo, com oito gols cada. O levantamento da FIFA ganha destaque às vésperas do duelo entre Brasil e Japão pela fase de mata-mata do Mundial.
A história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo passa, inevitavelmente, pelos grandes artilheiros. Quando o assunto são os jogos de mata, dois brasileiros dividem o topo de um seleto ranking ao lado de Kylian Mbappé: Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno, com oito gols marcados em partidas eliminatórias do torneio.
Leônidas da Silva, conhecido como “Diamante Negro”, construiu sua marca em apenas cinco partidas. Nas Copas de 1934 e 1938, quando ainda não existia fase de grupos, todos os jogos tinham caráter eliminatório.
Depois de marcar o único gol brasileiro na derrota para a Espanha em 1934, o atacante brilhou quatro anos mais tarde ao balançar as redes sete vezes em quatro partidas. Foram três gols contra a Polônia, dois diante da Suécia e outros dois marcados em confrontos contra a Tchecoslováquia, campanha que levou o Brasil ao terceiro lugar, seu melhor resultado em Mundiais até então.
Fonte: Gazeta Esportiva - Futebol