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O bicampeão explicou que em circuitos como Suzuka a exigência energética é diferente, especialmente em curvas de alta velocidade como a 130R, onde a resistência à rolagem também influencia o comportamento do carro. Por isso, ele acredita que o impacto das mudanças pode não ser tão significativo quanto muitos esperam: “Não acho que, se voltarmos a Suzuka, veremos uma mudança tão grande quanto estávamos esperando. Precisamos dar um pouco mais de tempo. Mas essas unidades de potência sempre vão recompensar quem faz as curvas mais devagar”.
Na visão de Alonso, a lógica atual dos motores favorece a preservação de energia nas curvas para maximizar o desempenho nas retas: “Com qualquer estratégia e qualquer nível de 'clipping', você precisa de energia nas retas, então precisa economizá-la nas curvas”, acrescentou.
Além de comentar as regras, o piloto também avaliou o momento da Aston Martin. Mesmo reconhecendo que o desempenho puro ainda está distante dos concorrentes, Alonso destacou avanços importantes no comportamento do carro: “O 17º colocado ainda está um segundo à nossa frente, então ainda há um longo caminho. Mas a confiabilidade e as vibrações estão muito melhores do que antes, esse é o principal ponto positivo. Podemos marcar essa questão como resolvida, porque o carro agora se comporta normalmente”, completou. Fonte original: F1 Mania