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Krack reconheceu que a Aston Martin enfrentou dificuldades severas no início da temporada: “Mostramos que tivemos muitos problemas quando a temporada começou, problemas extraordinários, mas acho que a velocidade com que utilizamos nossos recursos foi bastante notável”, disse ele.
Entre os principais problemas enfrentados pela equipe, as vibrações da bateria da unidade de potência da Honda se tornaram a maior preocupação. Fernando Alonso chegou a abandonar o GP da China devido ao desconforto causado pelas vibrações, enquanto tanto ele quanto Lance Stroll relataram preocupações relacionadas até a possíveis danos nos nervos das mãos.
Antes de Miami, a Aston Martin havia conseguido apenas uma chegada oficialmente classificada na temporada, com Alonso terminando em P18 no GP do Japão. Na etapa norte-americana, a equipe finalmente completou sua primeira corrida com os dois carros recebendo a bandeirada, com Alonso em P15 e Stroll em P17.
Questionado sobre a estratégia de adiar atualizações, especialmente após Alonso sugerir que novidades podem chegar apenas depois das férias no meio do ano, Krack reforçou que ainda existe potencial a ser extraído do pacote atual: “Nosso trabalho aqui na pista é tirar o máximo do que temos. Acho que podemos dizer com segurança que ainda não estamos operando da melhor forma em tudo. Em Miami fizemos um bom trabalho, mas poderíamos ter feito melhor”, acrescentou.
O dirigente destacou que a equipe ainda busca melhorias em áreas como gerenciamento de energia e dirigibilidade antes de focar totalmente em novos componentes: “Ainda temos muito para extrair deste pacote na configuração atual. É importante manter todos motivados para trabalhar nisso enquanto esperamos pelos grandes passos no futuro”, encerrou Krack. Fonte original: F1 Mania