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F1: Binotto minimiza críticas ao regulamento 2026 e fala em “bom formato”

Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes. Por isso, o

F1: Binotto minimiza críticas ao regulamento 2026 e fala em “bom formato”
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 90/100

Entenda em 30 segundos

  • Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes.
  • O presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Mohammed Ben Sulayem, afirmou que os motores V8 com mínima eletrificação “estão voltando”, com meta para 2030 ou, no máximo, 2031.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes. Por isso, o
  • Por isso, o possível retorno dos motores V8 ganhou força nos bastidores da categoria.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Mattia Binotto (ITA) Audi F1 Team Motorsport Chief Operating and Chief Technical Officer.

Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes. Por isso, o possível retorno dos motores V8 ganhou força nos bastidores da categoria. O presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Mohammed Ben Sulayem, afirmou que os motores V8 com mínima eletrificação “estão voltando”, com meta para 2030 ou, no máximo, 2031. Red Bull, Ford e General Motors seriam favoráveis à ideia. A última temporada da F1 com motores V8 aconteceu em 2013, antes da era turbo-híbrida. Durante o GP de Miami, a FIA confirmou pequenos ajustes no regulamento de 2026 para incentivar uma pilotagem mais agressiva no classificatório e resolver questões de segurança. Mesmo assim, muitos pilotos consideraram as mudanças insuficientes. Depois disso, a entidade anunciou um acordo para alterar a proporção entre potência elétrica e combustão interna dos motores visando 2027. Em meio às discussões, o chefe e CEO da Audi na F1, Mattia Binotto, defendeu o atual formato e afirmou que o cenário não deve ser visto de forma tão negativa: “Primeiro, devo dizer quais são os comentários dos nossos pilotos. Nossos pilotos estão gostando do formato atual e acho que foi uma grande mudança em relação ao passado”, afirmou. Nico Hulkenberg (GER) Audi F1 Team R26. Foto: XPB Images “Mas, no geral, acho que, se você olhar e assistir às corridas, para os fãs também tem sido um grande espetáculo. Ultrapassagens desde a primeira corrida, disputas acirradas.” Binotto também destacou a importância tecnológica da categoria: “Acho que o formato é ótimo e a F1 continua sendo uma plataforma para inovação na vanguarda da tecnologia.” O dirigente ainda reforçou que não vê motivos para tanto pessimismo em relação ao regulamento atual. “No geral, acho que é um bom formato. Talvez façamos mais no futuro, mas também devemos ser positivos sobre o que podemos ver.” Já o chefe da Ferrari, Fred Vasseur, afirmou que o modelo de gerenciamento de energia da F1 2026 é menos artificial do que o antigo sistema de DRS: “Sinceramente, tivemos boas corridas, muitas ultrapassagens”, disse. “O DRS era só apertar um botão. Hoje, é gerenciamento de energia e isso vem dos pilotos ou da equipe. Não é nada artificial. Desde o início, temos um parâmetro em mente: também reduzir o orçamento absurdo do motor. E isso é para o benefício da F1.”

Fonte: F1 Mania