Entenda em 30 segundos
- Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes.
- O presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Mohammed Ben Sulayem, afirmou que os motores V8 com mínima eletrificação “estão voltando”, com meta para 2030 ou, no máximo, 2031.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Mesmo após ajustes no regulamento do próximo ano, o formato atual da Fórmula 1 continua dividindo opiniões entre equipes, pilotos e dirigentes. Por isso, o
- Por isso, o possível retorno dos motores V8 ganhou força nos bastidores da categoria.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images “Mas, no geral, acho que, se você olhar e assistir às corridas, para os fãs também tem sido um grande espetáculo. Ultrapassagens desde a primeira corrida, disputas acirradas.” Binotto também destacou a importância tecnológica da categoria: “Acho que o formato é ótimo e a F1 continua sendo uma plataforma para inovação na vanguarda da tecnologia.” O dirigente ainda reforçou que não vê motivos para tanto pessimismo em relação ao regulamento atual. “No geral, acho que é um bom formato. Talvez façamos mais no futuro, mas também devemos ser positivos sobre o que podemos ver.” Já o chefe da Ferrari, Fred Vasseur, afirmou que o modelo de gerenciamento de energia da F1 2026 é menos artificial do que o antigo sistema de DRS: “Sinceramente, tivemos boas corridas, muitas ultrapassagens”, disse. “O DRS era só apertar um botão. Hoje, é gerenciamento de energia e isso vem dos pilotos ou da equipe. Não é nada artificial. Desde o início, temos um parâmetro em mente: também reduzir o orçamento absurdo do motor. E isso é para o benefício da F1.” Fonte: F1 Mania