Entenda em 30 segundos
- As mudanças anunciadas pela FIA para os motores da Fórmula 1 em 2027, já começaram a gerar críticas dentro do paddock.
- Na sexta-feira, a FIA confirmou novos ajustes no regulamento das unidades de potência para os próximos anos.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- As mudanças anunciadas pela FIA para os motores da Fórmula 1 em 2027, já começaram a gerar críticas dentro do paddock. O ex-projetista da categoria, Gary
- O ex-projetista da categoria, Gary Anderson, afirmou que as alterações não resolvem o principal problema enfrentado pelos pilotos, a dificuldade de acelerar ao máximo durante toda a volta.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images “É aí que isso nunca fez sentido para mim”, afirmou Anderson. “Ao longo de uma volta, você pede potência máxima por sessenta segundos e freia por vinte segundos, então apenas 33% da volta oferece potencial máximo para recuperação de energia, e isso sendo generoso”, explicou. O ex-projetista destacou que esse cenário acaba criando justamente o tipo de pilotagem que pilotos e fãs mais criticam atualmente. Segundo ele, os ajustes anunciados pela FIA não demonstram compreensão suficiente da dimensão do problema enfrentado pela categoria. Com base nos cálculos apresentados em sua análise, Anderson acredita que a potência máxima da bateria deveria cair teoricamente para 70 kW: “Cometi muitos erros na minha vida, mas uma coisa que tentei não fazer foi cometer o mesmo erro duas vezes”, afirmou. Para ele, os responsáveis pelas regras ainda não entenderam completamente a gravidade da situação criada pelos regulamentos atuais da Fórmula 1. Fonte: F1 Mania