Entenda em 30 segundos
- Aumento menor da proporção à favor da combustão teria como objetivo impedir que equipes tenham que fazer alterações nos carros para 2027
- A proposta original da FIA, que alteraria a proporção entre combustão interna e potência elétrica para 60-40 (diferentemente dos quase 50-50 de 2026) está perto de ser rejeitada de vez e, por isso, a…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Aumento menor da proporção à favor da combustão teria como objetivo impedir que equipes tenham que fazer alterações nos carros para 2027
- Falar sobre os motores da Fórmula 1 2027 é como ter uma bola de cristal.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Falar sobre os motores da Fórmula 1 2027 é como ter uma bola de cristal. A proposta original da FIA, que alteraria a proporção entre combustão interna e potência elétrica para 60-40 (diferentemente dos quase 50-50 de 2026) está perto de ser rejeitada de vez e, por isso, a Federação já planeja uma resposta que possa agradar às montadoras. Oficialmente, fala-se que o motor de ...Continue lendo
Falar sobre os motores da Fórmula 1 2027 é como ter uma bola de cristal. A proposta original da FIA, que alteraria a proporção entre combustão interna e potência elétrica para 60-40 (diferentemente dos quase 50-50 de 2026) está perto de ser rejeitada de vez e, por isso, a Federação já planeja uma resposta que possa agradar às montadoras.
Oficialmente, fala-se que o motor de 2026 possui partes equânimes entre a combustão e o elétrico mas, na verdade, há um ligeiro favorecimento da potência elétrica, algo como 53-47. Porém, com as corridas ruins do início do campeonato e as críticas abertas de fãs, pilotos e equipes, a FIA passou a agir nos bastidores para pelo menos minimizar os problemas.
Com isso, surgiu a ideia de dar mais importância à combustão, em uma proporção que passaria para a casa de 60-40. Mas, no momento, a proposta parece fadada ao fracasso. Das seis fornecedoras de motores com direito a voto, a FIA precisaria de quatro favoráveis para a aprovação da mudança, só que o cenário atual é o oposto.
Fonte: Motorsport.com Brasil - F1