Entenda em 30 segundos
- A FIA tratou de reduzir as expectativas sobre o impacto do sistema ADUO nas novas regras da Fórmula 1.
- O ADUO, sigla para 'Additional Development and Upgrade Opportunities', foi criado para permitir que fornecedores de unidades de potência com desempenho abaixo da referência, tenham maior margem para…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A FIA tratou de reduzir as expectativas sobre o impacto do sistema ADUO nas novas regras da Fórmula 1. Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da entidade,
- Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da entidade, afirmou que o mecanismo não será uma solução milagrosa para fabricantes que começarem a nova era de motores em desvantagem.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images “É importante deixar claro que o ADUO não é um tipo de balanceamento de desempenho”, afirmou o dirigente. “Uma equipe ou fabricante não receberá repentinamente mais fluxo de combustível ou menos lastro. O fabricante ainda precisará fazer o melhor motor para vencer. Não é uma solução mágica”, disse ele. Segundo Tombazis, o principal benefício do sistema é financeiro. O regulamento prevê flexibilizações dentro do teto orçamentário para fabricantes que estiverem entre 2% e mais de 10% atrás da referência de desempenho da unidade de potência. Os valores variam conforme a diferença de performance. Fabricantes entre 2% e 4% atrás poderão receber até US$ 3 milhões em margem adicional de desenvolvimento, enquanto déficits acima de 10% poderão gerar até US$ 11 milhões extras, além da possibilidade de antecipar até US$ 8 milhões do teto orçamentário de períodos futuros exclusivamente para atividades de desenvolvimento em 2026. Fonte: F1 Mania