Entenda em 30 segundos
- A discussão sobre o futuro dos motores da Fórmula 1 ganhou força novamente, após a Ford declarar apoio à possibilidade de retorno dos V8 na categoria.
- O tema voltou ao centro das atenções depois que o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, mencionou recentemente a ideia de utilizar motores V8 movidos a combustíveis sustentáveis em um futuro regul…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A discussão sobre o futuro dos motores da Fórmula 1 ganhou força novamente, após a Ford declarar apoio à possibilidade de retorno dos V8 na categoria. A
- A fabricante americana afirmou que vê com bons olhos uma mudança no regulamento técnico nos próximos anos, mesmo após iniciar sua parceria com a Red Bull Racing na nova era das unidades de potência em 2026.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: Divulgação / Red Bull Content Pool A Ford entrou na F1 em parceria com a Red Bull Racing, através da Red Bull Powertrains-Ford, para colaborar principalmente no desenvolvimento da bateria da unidade de potência. Inicialmente, a empresa planejava reduzir a produção de carros movidos exclusivamente a combustão, mas a mudança dessa estratégia acabou ampliando as possibilidades para o futuro da marca no automobilismo. Rushbrook afirmou que essa flexibilidade tecnológica, permite que a Ford continue utilizando a Fórmula 1 como plataforma de desenvolvimento: “Isso nos dá muitas alternativas enquanto competimos em diferentes categorias, incluindo a Fórmula 1. Ainda conseguimos tornar as corridas relevantes para aquilo que projetamos, desenvolvemos e vendemos aos nossos clientes”, acrescentou. O executivo também reforçou que a marca enxerga valor tanto nos motores V8 quanto na eletrificação: “Nós adoramos a ideia do V8 porque vendemos muitos motores V8. Também gostamos do elemento eletrificado porque temos muitos veículos híbridos. Seja uma divisão de 50-50, 60-40 ou 90-10 entre combustão e elétrico, continuaremos aprendendo sobre essa integração. Estamos muito abertos a isso, também para ajudar as corridas nas pistas”, completou. Fonte: F1 Mania