Entenda em 30 segundos
- Lewis Hamilton voltou a demonstrar dúvidas sobre a atual geração de carros da Fórmula 1, mesmo após corridas movimentadas nas últimas semanas.
- O tema ganhou força depois dos GPs de Miami e Canadá, que apresentaram disputas intensas na pista.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Lewis Hamilton voltou a demonstrar dúvidas sobre a atual geração de carros da Fórmula 1, mesmo após corridas movimentadas nas últimas semanas. O piloto da
- O piloto da Ferrari afirmou que ainda considera 'estranha' a sensação ao pilotar os modelos atuais, especialmente pelo comportamento das unidades de potência nas retas.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Mesmo com as críticas, Hamilton reconheceu méritos na nova filosofia dos carros da Fórmula 1. O britânico destacou que o conceito atual permite corridas mais próximas, com os pilotos conseguindo seguir e atacar rivais com maior facilidade: “O carro é fundamentalmente um projeto melhor, então podemos correr perto uns dos outros e acompanhar de perto. Essa é a melhor parte”, acrescentou. Além de comentar sobre os carros, Hamilton também reforçou sua visão sobre o uso do simulador na Ferrari. O piloto revelou que seus dois melhores finais de semana da temporada aconteceram sem preparação virtual e destacou que construiu praticamente toda sua carreira vitoriosa adotando uma abordagem mais tradicional. “Se você olhar para minhas duas melhores corridas, eu não usei simulador. Honestamente, sempre foi assim. Em todos as temporadas antes, provavelmente com exceção de 2008, eu não usei simulador. Não é uma necessidade. É uma ferramenta poderosa, mas eu sou da velha escola. Talvez eu seja melhor sem isso”, finalizou o heptacampeão. Fonte: F1 Mania