Entenda em 30 segundos
- A possível mudança nos motores da Fórmula 1 para 2027 segue dividindo fabricantes e já começa a gerar preocupação envolvendo Max Verstappen.
- Após o GP de Miami, a FIA anunciou que havia um acordo “em princípio” para alterar o equilíbrio das futuras unidades de potência, passando da divisão 50/50 para 60/40 entre motor elétrico e combustão.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A possível mudança nos motores da Fórmula 1 para 2027 segue dividindo fabricantes e já começa a gerar preocupação envolvendo Max Verstappen. A Honda ainda
- A Honda ainda evita confirmar apoio à proposta da FIA, enquanto o tetracampeão ameaça deixar a categoria caso o plano não avance.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Audi estaria entre as equipes contrárias à antecipação devido aos custos elevados, estimados em cerca de dez milhões de dólares para adaptar novamente os motores. Outro ponto de conflito envolve o programa ADUO, sistema que permite atualizações extras para fabricantes em desvantagem técnica. Caso o fluxo de combustível aumente em 2027, o mecanismo precisaria ser eliminado, algo que preocupa equipes como a Ferrari. A Honda também seria favorável ao adiamento, mas Shintaro Orihara, gerente geral de pista da fabricante japonesa, evitou confirmar a posição oficialmente. “Estamos ouvindo a decisão da FIA, então estamos esperando pela decisão deles”, afirmou. Pressionado sobre o voto da Honda, completou: “É uma grande reformulação. É difícil dizer.” Verstappen deixou claro em Montreal que considera a mudança essencial para o futuro da categoria. “Para mim, a F1 precisa ser mais pura, e espero muito que o que tentam fazer para o próximo ano aconteça, porque isso é necessário, o mínimo necessário, para tornar as coisas mais naturais e voltar um pouco ao normal”, afirmou. Andrea Stella, chefe da McLaren, apoiou o holandês ao dizer que “o valor da Fórmula 1 sofrerá perdas” caso interesses individuais prevaleçam. Fonte: F1 Mania