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Anteriormente, os carros não podiam utilizar energia elétrica abaixo de 50 km/h, dependendo exclusivamente do motor a combustão no momento da largada. Além disso, novas alterações também impedem que os carros cheguem ao grid com baixos níveis de carga elétrica.
Mesmo reconhecendo a importância das medidas, Lawson acredita que o automobilismo sempre terá riscos naturais em largadas paradas. Para o neozelandês, o principal objetivo deve ser eliminar situações provocadas por falhas fora do controle dos pilotos: “Sim, de certa forma, mas ainda é possível apagar no grid em outras categorias e acontecer um grande acidente. Acho que não dá para eliminar completamente o risco de tudo, mas algo como aquilo estava fora do meu controle, e isso é o que precisa ser eliminado e o que estamos tentando fazer”, afirmou.
O piloto reforçou que problemas mecânicos ou falhas técnicas são os fatores que mais preocupam nesse tipo de situação. Segundo Lawson, reduzir ocorrências imprevisíveis é o caminho mais importante para aumentar a segurança na Fórmula 1: “Sempre haverá algum risco, mas quando existe algo que está fora do seu controle, uma falha ou um problema, se conseguirmos eliminar isso, já é o principal”, encerrou o piloto da Racing Bulls. Fonte original: F1 Mania