Entenda em 30 segundos
- A estratégia adotada pela McLaren para a largada do GP do Canadá no domingo (24) foi defendida pelo chefe da equipe, Andrea Stella.
- Partindo da segunda fila, Norris e Piastri foram os únicos entre os líderes a usar pneus de chuva leve.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A estratégia adotada pela McLaren para a largada do GP do Canadá no domingo (24) foi defendida pelo chefe da equipe, Andrea Stella. Ele explicou a decisão de
- Ele explicou a decisão de largar com pneus intermediários nos carros de Lando Norris e Oscar Piastri, mesmo com a maioria dos rivais optando por pneus de pista seca no Circuito Gilles Villeneuve.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Stella afirmou que a decisão foi tomada com base nas condições observadas antes da largada e dentro da janela operacional da equipe: “Bem, é preciso considerar que os pneus são colocados cinco minutos antes da largada, e sete minutos antes é quando precisávamos operacionalmente tomar uma decisão”, disse. Ele explicou que a pista parecia escorregadia e que a chuva influenciou a escolha inicial, mas as condições mudaram rapidamente. “Do nosso ponto de vista, a pista já estava escorregadia e havia dificuldade em manter a temperatura dos pneus em uma pista seca, mas ela estava escorregadia e chovendo.” Segundo o dirigente, o cenário mudou após a decisão, com o fim da chuva e as voltas extras de formação. “Depois disso, a chuva parou muito rapidamente, e também houve duas voltas de formação extras, e acho que essas voltas extras tiraram o melhor dessa decisão.” Stella reforçou que a estratégia foi compartilhada com engenheiros e pilotos e que o julgamento deve considerar o momento da decisão, não apenas o resultado final. Fonte: F1 Mania