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F1: “Não mudou muita coisa”, diz Piastri sobre novas regras em Miami

O debate sobre as velocidades de aproximação na Fórmula 1 voltou a ganhar destaque após o GP de Miami, mesmo com ajustes feitos pela FIA (Federação

F1: “Não mudou muita coisa”, diz Piastri sobre novas regras em Miami
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 90/100

Entenda em 30 segundos

  • O debate sobre as velocidades de aproximação na Fórmula 1 voltou a ganhar destaque após o GP de Miami, mesmo com ajustes feitos pela FIA (Federação
  • As alterações foram motivadas por preocupações com a nova geração de motores, que prevê divisão de igualitária entre energia elétrica e combustão.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • O debate sobre as velocidades de aproximação na Fórmula 1 voltou a ganhar destaque após o GP de Miami, mesmo com ajustes feitos pela FIA (Federação
  • Antes da corrida, a entidade introduziu mudanças no regulamento, como um limite de energia do Modo Boost de +150kW e a restrição do uso do MGU-K a 250kW em partes específicas da volta.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Oscar Piastri (AUS) McLaren F1 Team.

O debate sobre as velocidades de aproximação na Fórmula 1 voltou a ganhar destaque após o GP de Miami, mesmo com ajustes feitos pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para a etapa. Antes da corrida, a entidade introduziu mudanças no regulamento, como um limite de energia do Modo Boost de +150kW e a restrição do uso do MGU-K a 250kW em partes específicas da volta. As alterações foram motivadas por preocupações com a nova geração de motores, que prevê divisão de igualitária entre energia elétrica e combustão. O tema ganhou força após o acidente de 50G envolvendo Ollie Bearman, da Haas, em Suzuka, quando ele foi atingido em alta velocidade atrás de Franco Colapinto, da Alpine, que estava regenerando energia na curva Spoon. Oscar Piastri (AUS) McLaren F1 Team MCL40. Foto: XPB Images Em Miami, o piloto da McLaren Oscar Piastri teve contato direto com os efeitos dessas mudanças. Largando em sétimo, ele terminou em terceiro após disputas com George Russell e Charles Leclerc. Depois da prova, o australiano comentou as alterações e avaliou que houve apenas melhora parcial: “Acho que reduzir o limite de captação na classificação ajudou um pouco. Não resolveu o problema nem todos os problemas, mas está ajudando em um deles. As corridas são basicamente iguais… É bem louco, para ser honesto.” Ele também destacou sua disputa com Russell e como as ultrapassagens seguem imprevisíveis: “Em um momento, George estava um segundo atrás de mim e conseguiu me ultrapassar no final daquela reta. As velocidades de aproximação são enormes e tentar antecipar isso é incrivelmente difícil. Eu não fiquei muito satisfeito com uma das manobras dele, mas quase fiz algo parecido algumas voltas depois. Então, por esse lado, não mudou muita coisa", concluiu.

Fonte: F1 Mania