Entenda em 30 segundos
- A Pirelli seguirá com cinco compostos de pneus disponíveis na Fórmula 1 em 2027.
- A decisão segue a filosofia da empresa de não alterar uma fórmula que vem funcionando. “Já posso adiantar que continuarão sendo cinco níveis; não vamos adicionar nem retirar nenhum nível”, afirmou Ma…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A Pirelli seguirá com cinco compostos de pneus disponíveis na Fórmula 1 em 2027. Dario Marrafuschi, diretor da divisão de esporte a motor da fabricante
- Dario Marrafuschi, diretor da divisão de esporte a motor da fabricante italiana, confirmou que a possibilidade de introdução do C6 foi descartada, mantendo a gama entre C1 e C5.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
A Pirelli seguirá com cinco compostos de pneus disponíveis na Fórmula 1 em 2027. Dario Marrafuschi, diretor da divisão de esporte a motor da fabricante italiana, confirmou que a possibilidade de introdução do C6 foi descartada, mantendo a gama entre C1 e C5. A decisão segue a filosofia da empresa de não alterar uma fórmula que vem funcionando. “Já posso adiantar que continuarão sendo cinco níveis; não vamos adicionar nem retirar nenhum nível”, afirmou Marrafuschi ao Motorsport. Segundo o dirigente, a marca chegou a discutir a criação de um novo composto, mas avaliou que a diferença de desempenho entre o C5 e um possível C6 não justificaria a mudança. “Pensamos e discutimos se deveríamos adicionar um nível de compostos, mas, citando Mônaco, no final vimos que a maioria dos carros largou com o C4, ou seja, o composto médio”. Foto: XPB Images O C6 já havia sido descartado no fim de 2025 pela Pirelli, devido à pouca diferença de performance em relação ao C5. Além disso, o desempenho do composto mais macio no GP de Mônaco reforçou a decisão da fabricante. “Na classificação, mesmo com uma volta a mais de preparação, foi emocionante ver o C5 nos minutos finais da própria quali. Por isso, consideramos que a adição de um composto mais macio não seja necessário”. Marrafuschi também explicou que a Pirelli trabalhará para aumentar a diferença de desempenho e controlar a degradação entre os cinco compostos, permitindo estratégias mais equilibradas durante as corridas: “Os objetivos são sempre ter uma diferenciação de desempenho entre os cinco níveis, como a melhor volta, e uma degradação proporcional, de modo a podermos fazer escolhas que, a cada GP, levem a estratégias que sejam de alguma forma comparáveis”. O diretor citou exemplos recentes, como Barcelona e Áustria, onde estratégias diferentes ficaram mais próximas, e destacou que esse será o objetivo para o futuro. “Em Silverstone, a parada única e a dupla estavam distantes, mas, pensando no próximo ano, trabalharemos, por exemplo, para torná-las muito mais próximas uma da outra, de modo que, a menos que haja bandeiras amarelas, haja margem para que as equipes e os pilotos escolham estratégias diferentes”. Fornecedora exclusiva da categoria há 15 anos, a Pirelli já trabalha no desenvolvimento dos pneus para a próxima temporada, com homologação prevista para setembro.
A Pirelli seguirá com cinco compostos de pneus disponíveis na Fórmula 1 em 2027. Dario Marrafuschi, diretor da divisão de esporte a motor da fabricante italiana, confirmou que a possibilidade de introdução do C6 foi descartada, mantendo a gama entre C1 e C5. A decisão segue a filosofia da empresa de não alterar uma fórmula que vem funcionando.
“Já posso adiantar que continuarão sendo cinco níveis; não vamos adicionar nem retirar nenhum nível”, afirmou Marrafuschi ao Motorsport. Segundo o dirigente, a marca chegou a discutir a criação de um novo composto, mas avaliou que a diferença de desempenho entre o C5 e um possível C6 não justificaria a mudança. “Pensamos e discutimos se deveríamos adicionar um nível de compostos, mas, citando Mônaco, no final vimos que a maioria dos carros largou com o C4, ou seja, o composto médio”.
O C6 já havia sido descartado no fim de 2025 pela Pirelli, devido à pouca diferença de performance em relação ao C5. Além disso, o desempenho do composto mais macio no GP de Mônaco reforçou a decisão da fabricante. “Na classificação, mesmo com uma volta a mais de preparação, foi emocionante ver o C5 nos minutos finais da própria quali. Por isso, consideramos que a adição de um composto mais macio não seja necessário”.
Fonte: F1 Mania