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Céleste Ivy, dançarina em Montreal e integrante do Comité autonome du travail du sexe (CATS), afirmou ao jornal The Gazette que as profissionais ficam em situação vulnerável por não serem reconhecidas formalmente como funcionárias. Segundo ela, isso impede o acesso a direitos básicos garantidos em outras áreas de trabalho.
“Isso acontece com todos os trabalhadores todos os anos, quando voltamos para casa no vermelho”, afirmou Ivy. “Como não somos funcionárias assalariadas, não temos acesso às proteções que outros trabalhadores normalmente possuem”, disse ela.
Francine Tremblay, que já trabalhou na indústria e atualmente atua como palestrante na Concordia University, acredita que uma paralisação durante o final de semana da Fórmula 1, causaria forte impacto financeiro nos estabelecimentos. Para ela, os donos dos bares 'entrariam em pânico' caso as profissionais realmente cruzem os braços durante o evento.
Segundo Tremblay, o período do GP do Canadá representa um dos momentos mais lucrativos do ano para esse tipo de negócio em Montreal. Com a cidade recebendo turistas e fãs da Fórmula 1 de várias partes do mundo, o movimento costuma aumentar significativamente ao longo do fim de semana da corrida. Fonte original: F1 Mania