Entenda em 30 segundos
- Max Verstappen vai largar da segunda posição no GP da Bélgica da Fórmula 1 e muito por conta de Isack hadjar.
- A diferença para Kimi Antonelli na pole foi superior a 0s3, enquanto quatro adversários terminaram a menos de 0s2 do holandês.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Max Verstappen vai largar da segunda posição no GP da Bélgica da Fórmula 1 e muito por conta de Isack hadjar. Na classificação deste sábado (18), o francês
- Na classificação deste sábado (18), o francês forneceu vácuo ao companheiro de Red Bull que, caso não tivesse a ajuda, estaria mais atrás no grid.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Max Verstappen vai largar da segunda posição no GP da Bélgica da Fórmula 1 e muito por conta de Isack hadjar. Na classificação deste sábado (18), o francês forneceu vácuo ao companheiro de Red Bull que, caso não tivesse a ajuda, estaria mais atrás no grid. A diferença para Kimi Antonelli na pole foi superior a 0s3, enquanto quatro adversários terminaram a menos de 0s2 do holandês. Por isso, o tetracampeão acreditava que cairia algumas posições sem o vácuo, mas a análise dos dados aponta um cenário ainda mais desfavorável. A comparação entre a segunda tentativa de Verstappen no Q3 e sua melhor volta no Q2 mostra o efeito do vácuo no trecho final de Spa-Francorchamps. Na reta final do circuito, a velocidade do piloto chegou a ser 15 km/h superior em relação à volta sem o auxílio aerodinâmico. Embora essa diferença não tenha sido constante em todo o setor, a linha de velocidade da volta do Q3 permaneceu acima da registrada no Q2, enquanto o restante da volta foi praticamente idêntico. Foto: Lucas Miranda / F1MANIA.NET Os tempos parciais também evidenciam o ganho. Na saída da curva 15, Verstappen já era 0s495 mais rápido que sua volta do Q2. Ao chegar ao ponto de frenagem da chicane Bus Stop, a vantagem aumentava para 0s921, indicando um ganho de 0s426 apenas graças ao vácuo, praticamente meio segundo. Se esse tempo fosse retirado de sua melhor volta, Verstappen registraria 1min45s104. Esse tempo o colocaria atrás do piloto da Racing Bulls, Arvid Lindblad, fazendo com que caísse para a oitava posição no grid, e não para sexto, como o próprio holandês imaginava. A comparação entre as duas tentativas do Q3 também mostrou que o segundo vácuo foi mais eficiente do que o primeiro, rendendo mais de um décimo de segundo adicional naquele trecho da pista. Apesar da estratégia bem executada pela Red Bull, a análise indica que o desempenho do RB22 na classificação esteve abaixo da posição conquistada por Verstappen, ficando em um nível semelhante ao da Racing Bulls atualizada de Lindblad.
A diferença para Kimi Antonelli na pole foi superior a 0s3, enquanto quatro adversários terminaram a menos de 0s2 do holandês. Por isso, o tetracampeão acreditava que cairia algumas posições sem o vácuo, mas a análise dos dados aponta um cenário ainda mais desfavorável.
A comparação entre a segunda tentativa de Verstappen no Q3 e sua melhor volta no Q2 mostra o efeito do vácuo no trecho final de Spa-Francorchamps. Na reta final do circuito, a velocidade do piloto chegou a ser 15 km/h superior em relação à volta sem o auxílio aerodinâmico. Embora essa diferença não tenha sido constante em todo o setor, a linha de velocidade da volta do Q3 permaneceu acima da registrada no Q2, enquanto o restante da volta foi praticamente idêntico.
Os tempos parciais também evidenciam o ganho. Na saída da curva 15, Verstappen já era 0s495 mais rápido que sua volta do Q2. Ao chegar ao ponto de frenagem da chicane Bus Stop, a vantagem aumentava para 0s921, indicando um ganho de 0s426 apenas graças ao vácuo, praticamente meio segundo.
Fonte: F1 Mania