Entenda em 30 segundos
- A McLaren defendeu o adiamento de importantes mudanças nos regulamentos de motores da Fórmula 1 para 2028.
- Na última temporada das unidades de potência anteriores, a divisão era próxima de 80% para o motor a combustão e 20% para a parte elétrica.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A McLaren defendeu o adiamento de importantes mudanças nos regulamentos de motores da Fórmula 1 para 2028. O chefe da equipe, Andrea Stella, acredita que a
- O chefe da equipe, Andrea Stella, acredita que a categoria ainda pode corrigir problemas mais profundos nas unidades de potência, mas afirmou que o prazo atual para 2027 é curto demais para implementar alterações estrut…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images O dirigente explicou que os carros passam mais tempo utilizando energia elétrica do que recuperando carga das baterias, criando um desequilíbrio no sistema atual. Para ele, ampliar a capacidade de recuperação energética ajudaria a resolver esse problema, embora isso também exigisse baterias maiores: “Podemos passar de 350 kW para 400 kW ou 450 kW. Então acho que precisaríamos apenas de baterias maiores”, acrescentou o italiano. Apesar de defender as mudanças, Stella reconheceu que o cronograma atual inviabiliza uma implementação já em 2027. Segundo ele, os fabricantes de unidades de potência precisariam de mais tempo para desenvolver novos componentes e adaptar a estrutura dos motores. “Se penso nessas exigências do ponto de vista de hardware e observo a situação dos fabricantes, isso é difícil para 2027. O impacto no tamanho das baterias e no aumento do fluxo de combustível exige mais tempo do que o disponível atualmente. Eu pediria que essa conversa fosse concluída antes da pausa de verão para que haja tempo de fazer isso em 2028”, completou. Fonte: F1 Mania