Entenda em 30 segundos
- A Ferrari demonstrou forte insatisfação com uma mudança de regulamento implementada pela Fórmula 1, ainda no início da temporada 2026.
- Essas modificações passaram a valer no GP de Miami e alteraram os procedimentos de largada, após preocupações envolvendo carros que apresentavam aceleração muito baixa logo após a liberação da embrea…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A Ferrari demonstrou forte insatisfação com uma mudança de regulamento implementada pela Fórmula 1, ainda no início da temporada 2026. A equipe italiana
- A equipe italiana considera que a alteração, feita por motivos de segurança, acabou prejudicando uma vantagem técnica conquistada no desenvolvimento do seu carro.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Fred Vasseur, chefe da Scuderia, afirmou que a Ferrari acabou sendo penalizada justamente por ter encontrado uma solução eficiente dentro do regulamento: “O equilíbrio era se queríamos ganhar um décimo por volta ou perder cinco posições na largada? Se você perguntar aos engenheiros, eles vão escolher ter uma boa largada”, afirmou. O dirigente também relembrou que a Ferrari alertou a FIA sobre o tema anteriormente, mas não recebeu apoio naquele momento: “Fui à FIA um ano atrás e falamos sobre isso. Falamos no SAC e também no PUAC”, disse Vasseur. Segundo ele, a resposta da entidade foi clara: “Você precisa desenhar o carro para o regulamento, não o regulamento para o seu carro”. Apesar disso, Vasseur acredita que a pressão política de parte do grid acabou influenciando a mudança nas regras: “Então, ter metade do grid, 40% do grid reclamando que era extremamente perigoso foi politicamente muito bem jogado, mas não muito justo”, afirmou. Mesmo contrariado, o chefe da Ferrari reconheceu que a FIA tinha autoridade para agir por questões de segurança: “Foi uma decisão baseada em segurança. Cabe a eles”, acrescentou. Ainda assim, Vasseur reforçou que a equipe italiana foi prejudicada após investir no desenvolvimento da unidade de potência dentro das regras originalmente estabelecidas: “Para nós foi uma escolha de desenvolvimento e, de certa forma, mudaram a regra no último minuto”, finalizou o chefe da equipe italiana. Fonte: F1 Mania