Entenda em 30 segundos
- A Ferrari voltou a demonstrar incômodo com a mudança promovida pela FIA no procedimento de largada da Fórmula 1 em 2026.
- O tema ganhou força já nos testes de pré-temporada no Bahrein, quando ficou evidente que algumas equipes tinham desempenho muito diferente nas largadas.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A Ferrari voltou a demonstrar incômodo com a mudança promovida pela FIA no procedimento de largada da Fórmula 1 em 2026. O chefe da equipe, Frederic Vasseur,
- O chefe da equipe, Frederic Vasseur, afirmou que a alteração prejudicou equipes que investiram no desenvolvimento de sistemas específicos para largadas mais eficientes.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images “Fui à FIA há um ano e conversamos sobre isso. Falamos disso no SAC e também no PUAC. Gostei muito da resposta da FIA de que você deve projetar o carro para o regulamento, não o regulamento para o seu carro”, afirmou o francês. Segundo ele, parte do grid usou argumentos políticos para pressionar pela mudança. “Ter metade do grid reclamando que era extremamente perigoso foi politicamente bem jogado, mas não muito justo”, acrescentou. Vasseur reconheceu que a FIA tinha autoridade para intervir em nome da segurança, independentemente da opinião das equipes. Ainda assim, ressaltou que a Ferrari acabou penalizada após desenvolver sua unidade de potência baseada justamente nessas características de largada. O dirigente ainda sugeriu que existia outra alternativa para resolver a situação sem modificar o regulamento tão perto do início da temporada: “Entendo o que fizeram por segurança, mas outra opção seria pedir para essas equipes largarem dos boxes se acreditavam que não era seguro. Para nós, também foi uma escolha de desenvolvimento. Criamos o motor com esse critério e, de certa forma, mudaram a regra na última hora”, finalizou Vasseur. Fonte: F1 Mania