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FIA entra em acordo com montadoras e anuncia mudança de regras dos motores da F1

Após muita queda de braço, as montadoras da Fórmula 1 e a FIA chegaram a um consenso sobre a alteração de proporção das novas unidades de potência da categoria. Ao invés de elevar importância do motor a combustão diretamente a 60%, acordo…

FIA entra em acordo com montadoras e anuncia mudança de regras dos motores da F1
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 75/100

Entenda em 30 segundos

  • Após muita queda de braço, as montadoras da Fórmula 1 e a FIA chegaram a um consenso sobre a alteração de proporção das novas unidades de potência da categoria.
  • Ao contrário de uma mudança direta para 60/40 a favor do motor a combustão para o ano que vem, esse número foi empurrado para 2028; em 2027, a proporção ficará em 58/42.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • Após muita queda de braço, as montadoras da Fórmula 1 e a FIA chegaram a um consenso sobre a alteração de proporção das novas unidades de potência da categoria. Ao invés de elevar importância do moto…
  • Ao invés de elevar importância do motor a combustão diretamente a 60%, acordo prevê mudança gradual até 2028 As conversas entre FIA e montadoras da Fórmula 1 sobre a mudança na proporção entre combustão e eletricidade n…
  • Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

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Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Após muita queda de braço, as montadoras da Fórmula 1 e a FIA chegaram a um consenso sobre a alteração de proporção das novas unidades de potência da categoria. Ao invés de elevar importância do motor a combustão diretamente a 60%, acordo prevê mudança gradual até 2028

As conversas entre FIA e montadoras da Fórmula 1 sobre a mudança na proporção entre combustão e eletricidade nas novas unidades de potência da categoria chegaram a uma resolução, conforme anunciado pela entidade que rege o esporte nesta quarta-feira (10). Ao contrário de uma mudança direta para 60/40 a favor do motor a combustão para o ano que vem, esse número foi empurrado para 2028; em 2027, a proporção ficará em 58/42.

Ou seja, será feito um escalonamento até que as mudanças finais aconteçam, em 2028. Atualmente, a potência máxima do Motor de Combustão Interna (ICE) está em 400 kW, enquanto o MGU-K fornece 350 kW na parte elétrica (em proproção, 53/47). Esse número vai cair para 300 kW em 2027 e seguir assim em 2028, enquanto o ICE sobe para 420 kW na próxima temporada e vai a 450 kW na seguinte.

O aumento de potência do motor a combustão, porém, vai impactar no fluxo de combustível, que também aumenta: 5% no primeiro ano e 13% no segundo. Com isso, as montadoras terão de alterar sensivelmente a arquitetura das unidades de potência nas duas próximas temporadas.

Fonte: Grande Prêmio