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FIA tenta ajuste mínimo em configuração de motor de 2027 para ter apoio de montadoras

De um lado, a Ferrari aposta que o ADUO vai colocá-la em pé de igualdade contra a Mercedes, mas se a FIA aprovar a configuração de 60/40 nos motores de 2027 vai deixar a equipe de Brackley novamente um passo à frente em desenvolvimento. En…

FIA tenta ajuste mínimo em configuração de motor de 2027 para ter apoio de montadoras
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 90/100

Entenda em 30 segundos

  • De um lado, a Ferrari aposta que o ADUO vai colocá-la em pé de igualdade contra a Mercedes, mas se a FIA aprovar a configuração de 60/40 nos motores de 2027 vai deixar a equipe de…
  • Em meio ao impasse aparentemente sem solução diante da proposta para ampliar a participação do motor a combustão e reduzir a dependência da bateria para 40%, a Federação Internacional de Automobilism…
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • De um lado, a Ferrari aposta que o ADUO vai colocá-la em pé de igualdade contra a Mercedes, mas se a FIA aprovar a configuração de 60/40 nos motores de 2027 vai deixar a equipe de Brackley novamente…
  • Entenda A novela dos motores para a temporada 2027 da Fórmula 1 ganhou mais um capítulo nesta terça-feira (2).
  • Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

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Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

De um lado, a Ferrari aposta que o ADUO vai colocá-la em pé de igualdade contra a Mercedes, mas se a FIA aprovar a configuração de 60/40 nos motores de 2027 vai deixar a equipe de Brackley novamente um passo à frente em desenvolvimento. Entenda

A novela dos motores para a temporada 2027 da Fórmula 1 ganhou mais um capítulo nesta terça-feira (2). Em meio ao impasse aparentemente sem solução diante da proposta para ampliar a participação do motor a combustão e reduzir a dependência da bateria para 40%, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) já trabalha com a possibilidade de um ajuste sutil nessa proporção para o ano que vem para que todas as equipes tenham tempo de trabalhar na mudança maior para 2028.

A informação é do Motorsport Itália, que explica que o ADUO (sigla para Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização, em tradução livre) é o que tem causado o racha entre as principais montadoras. No momento, apenas Mercedes e Red Bull concordam em alterar a atual configuração de 50/50 entre motor a combustão e parte elétrica já em 2027, enquanto a Ferrari tem se mantido irredutível.

A questão passa por vários pontos, conforme detalha a publicação. O primeiro é que aumentar o motor a combustão (e, consequentemente, o fluxo de combustível) implica em reconstruir esse motor, além de redesenhar a transmissão e também o chassi, uma vez que os tanques atuais de combustível não comportariam a quantidade necessária em uma divisão 60/40. Ou seja: um projeto totalmente novo que teria de sair do papel em cerca de seis meses.

Fonte: Grande Prêmio