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Fórmula 2 estuda manter a América do Norte de forma permanente no calendário

A estreia da Fórmula 2 na América do Norte pode representar o início de uma presença fixa da categoria no continente. Após o final de semana considerado

Fórmula 2 estuda manter a América do Norte de forma permanente no calendário
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 100/100

Entenda em 30 segundos

  • A estreia da Fórmula 2 na América do Norte pode representar o início de uma presença fixa da categoria no continente.
  • Essa movimentação ganhou força depois que a categoria precisou reorganizar sua temporada de 2026, devido ao cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita por causa de tensões geopolíticas.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • A estreia da Fórmula 2 na América do Norte pode representar o início de uma presença fixa da categoria no continente. Após o final de semana considerado
  • Após o final de semana considerado bem-sucedido em Miami, dirigentes da Fórmula 2 já discutem a possibilidade de transformar corridas nos Estados Unidos e no Canadá em etapas permanentes do calendário.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Fórmula 2

A estreia da Fórmula 2 na América do Norte pode representar o início de uma presença fixa da categoria no continente. Após o final de semana considerado bem-sucedido em Miami, dirigentes da Fórmula 2 já discutem a possibilidade de transformar corridas nos Estados Unidos e no Canadá em etapas permanentes do calendário. Essa movimentação ganhou força depois que a categoria precisou reorganizar sua temporada de 2026, devido ao cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita por causa de tensões geopolíticas. Para evitar um intervalo de quase três meses sem corridas entre Austrália e Mônaco, a Fórmula 2 foi adicionada aos finais de semana dos GPs de Miami e do Canadá da Fórmula 1. A corrida em Miami marcou um momento histórico para a categoria de base. Pela primeira vez, a Fórmula 2 cruzou o Atlântico para competir na América do Norte, algo que nem mesmo a antiga GP2 havia feito anteriormente. A corrida Sprint foi vencida por Nikola Tsolov, da Campos Racing, enquanto a corrida principal terminou com vitória de Gabriele Mini, da MP Motorsport. O CEO da Fórmula 2, Bruno Michel, admitiu que já existem conversas sobre um possível retorno à América do Norte no futuro. Segundo ele, Montreal surge como uma possibilidade mais simples, enquanto Miami apresenta desafios maiores por conta da estrutura do evento e das categorias de suporte já existentes. “Estamos discutindo isso. Com Montreal, realmente estamos conversando. Miami é um pouco mais complicado por uma razão simples: Miami já tem corridas de suporte, e elas são boas. Há os troféus da Porsche e da McLaren, então não foi fácil”, afirmou Michel. Foto: Dutch Photo Agency O dirigente explicou ainda que a Fórmula 2 hoje depende completamente da estrutura operacional da Fórmula 1, o que impede a realização de eventos independentes. Segundo Michel, sistemas como direção de prova, DRS e toda a operação técnica tornam inviável organizar corridas fora dos finais de semana da categoria principal: “Não podemos mais fazer eventos independentes. Estamos muito integrados aos sistemas da Fórmula 1, com FIA, direção de prova e DRS. Seria quase impossível competir da mesma maneira sem a Fórmula 1”, afirmou. Michel também destacou a importância estratégica do mercado norte-americano para o futuro da categoria. O CEO acredita que correr nos Estados Unidos ajuda a aumentar a visibilidade da Fórmula 2 e pode aproximar mais pilotos americanos do caminho rumo à Fórmula 1: “É muito importante para a Fórmula 2 estar lá. É importante ser vista. Também é importante para que pilotos americanos queiram vir para a F2 e tentar chegar à Fórmula 1 depois disso. Tenho certeza de que haverá outras oportunidades, porque a F1 também corre em Austin e Las Vegas”, acrescentou. Segundo Michel, a chegada à América do Norte exigiu uma grande operação logística e negociações aceleradas com Miami e Montreal. Ainda assim, o dirigente afirmou que o esforço valeu a pena e deixou claro que a categoria deseja fortalecer sua presença no mercado americano nos próximos anos.

Fonte: F1 Mania