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Fórmula E nega abandono de corridas urbanas na era Gen4: “DNA não vai mudar”

Cofundador e diretor da Fórmula E, Alberto Longo admitiu que carro Gen4 aumenta dificuldade para realizar corridas de rua, mas promete manter identidade urbana do campeonato

Fórmula E nega abandono de corridas urbanas na era Gen4: “DNA não vai mudar”
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 75/100

Entenda em 30 segundos

  • Cofundador e diretor da Fórmula E, Alberto Longo admitiu que carro Gen4 aumenta dificuldade para realizar corridas de rua, mas promete manter identidade urbana do campeonato
  • O dirigente explicou que o processo de escolha dos locais das corridas começa por definir os mercados relevantes, depois escolher as pistas.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • Cofundador e diretor da Fórmula E, Alberto Longo admitiu que carro Gen4 aumenta dificuldade para realizar corridas de rua, mas promete manter identidade urbana do campeonato
  • O dirigente explicou que o processo de escolha dos locais das corridas começa por definir os mercados relevantes, depois escolher as pistas.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Cofundador e diretor da Fórmula E, Alberto Longo admitiu que carro Gen4 aumenta dificuldade para realizar corridas de rua, mas promete manter identidade urbana do campeonato

A Fórmula E não pretende abandonar a característica que marcou a categoria desde a fundação: correr em centros urbanos. Quem garante isso é o cofundador e diretor Alberto Longo. O dirigente explicou que o processo de escolha dos locais das corridas começa por definir os mercados relevantes, depois escolher as pistas. Dentro deste processo e da inclusão crescente de autódromos permanentes, garantiu que permanecer perto de grandes cidades segue como prioridade.

Com a chegada da Gen4, que contará com 600 kW de potência — o equivalente a 816 cv — e alcançará velocidades acima de 330 km/h, a categoria admite que os novos carros exigirão ajustes em alguns circuitos urbanos e pode até levar à substituição de sedes tradicionais.

O ExCel Center, em Londres, por exemplo, não seguirá sediando corridas a partir da temporada 2026/27. Silverstone e Brands Hatch são os locais favoritos para ser a nova casa da etapa britânica — com Brands Hatch à frente justamente por ser mais perto da capital.

Fonte: Grande Prêmio