Entenda em 30 segundos
- Entenda o que é jejum de dopamina, de onde surgiu a tendência e por que a ideia de “resetar” o cérebro não tem respaldo científico.
- A proposta costuma envolver períodos longe de redes sociais, jogos, vídeos e outras atividades consideradas muito estimulantes.
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Resumo da Redação
- Entenda o que é jejum de dopamina, de onde surgiu a tendência e por que a ideia de “resetar” o cérebro não tem respaldo científico.
- O chamado jejum de dopamina voltou a ganhar espaço nas redes sociais como uma estratégia para quem quer diminuir distrações, melhorar a concentração e controlar o excesso de estímulos no dia a dia.
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O que aconteceu
O chamado jejum de dopamina voltou a ganhar espaço nas redes sociais como uma estratégia para quem quer diminuir distrações, melhorar a concentração e controlar o excesso de estímulos no dia a dia. A proposta costuma envolver períodos longe de redes sociais, jogos, vídeos e outras atividades consideradas muito estimulantes. Apesar do nome, porém, a […]
O chamado jejum de dopamina voltou a ganhar espaço nas redes sociais como uma estratégia para quem quer diminuir distrações, melhorar a concentração e controlar o excesso de estímulos no dia a dia. A proposta costuma envolver períodos longe de redes sociais, jogos, vídeos e outras atividades consideradas muito estimulantes.
Apesar do nome, porém, a técnica não significa literalmente ficar sem dopamina. O neurotransmissor continua sendo produzido e utilizado pelo cérebro, e participa de funções como movimento, memória, atenção, motivação e aprendizado. A ideia de “resetar” o sistema de recompensa por meio de um período sem prazeres não tem respaldo científico.
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Fonte: Olimpíada Todo Dia - Geral