Entenda em 30 segundos
- Durante o fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis, Zak Brown disse que a McLaren está aberta à possibilidade de produzir o próprio motor caso o regulamento fique mais "financ…
- Ainda assim, garantiu que segue satisfeito com a situação atual.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Durante o fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis, Zak Brown disse que a McLaren está aberta à possibilidade de produzir o próprio motor caso o regulamento fique mais "financeiramente viável"
- Segundo o CEO da marca papaia, Zak Brown, a equipe olharia para essa possibilidade com um maior carinho caso o regulamento técnico fosse mais viável financeiramente.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Durante o fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis, Zak Brown disse que a McLaren está aberta à possibilidade de produzir o próprio motor caso o regulamento fique mais "financeiramente viável"
A McLaren está aberta à possibilidade de produzir as próprias unidades de potência na Fórmula 1 em um futuro próximo. Segundo o CEO da marca papaia, Zak Brown, a equipe olharia para essa possibilidade com um maior carinho caso o regulamento técnico fosse mais viável financeiramente. Ainda assim, garantiu que segue satisfeito com a situação atual.
De momento, a McLaren trabalha com unidades de potência da Mercedes desde 2021, mas essa parceria começou em 1995 e durou até 2014 inicialmente, com a equipe inglesa migrando para a Honda em 2015 e para a Renault em 2018. Três anos depois, no entanto, o acordo foi reestabelecido, e Brown garante que está bem satisfeito com o trabalho junto da marca alemã.
Porém, em um esporte no qual um bom motor pode fazer total diferença na ordem de forças do grid, a McLaren não esconde que gostaria de produzir as próprias unidades de potência caso fizesse sentido financeiramente, como explicou Brown durante o fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis.
Fonte: Grande Prêmio