Entenda em 30 segundos
- A partir do GP de Mônaco, entrará em vigor o novo método de aferição da taxa de compressão dos motores na Fórmula 1.
- Na pré-temporada, em fevereiro, foi reportado que o time de Brackley arranjou uma maneira de aumentar a taxa de compressão para 18:1, sendo que o regulamento permite 16:1.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A partir do GP de Mônaco, entrará em vigor o novo método de aferição da taxa de compressão dos motores na Fórmula 1. Mercedes utilizou brecha que foi contestada por rivais nas últimas semanas
- Mercedes utilizou brecha que foi contestada por rivais nas últimas semanas O GP de Mônaco de Fórmula 1 será a primeira corrida da temporada sem a brecha no regulamento explorada pela Mercedes a respeito da taxa de compr…
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
A partir do GP de Mônaco, entrará em vigor o novo método de aferição da taxa de compressão dos motores na Fórmula 1. Mercedes utilizou brecha que foi contestada por rivais nas últimas semanas
O GP de Mônaco de Fórmula 1 será a primeira corrida da temporada sem a brecha no regulamento explorada pela Mercedes a respeito da taxa de compressão dos motores. Na pré-temporada, em fevereiro, foi reportado que o time de Brackley arranjou uma maneira de aumentar a taxa de compressão para 18:1, sendo que o regulamento permite 16:1.
Isso porque o texto do regulamento previa que a taxa de compressão seria aferida apenas em temperatura ambiente, com o carro nos boxes, o que criava a possibilidade dela ser maior com o bólido na pista. Ferrari, Honda e Audi enviaram carta conjunta à federação solicitando esclarecimentos, preocupadas com o impacto imediato na ordem de forças do grid. A FIA, então, concordou em alterar o critério de aferição e reuniu-se com todas as fabricantes de motores para chegar a um acordo.
“Nenhum cilindro do motor, conforme mencionado em C5.1.3, pode ter uma taxa de compressão geométrica superior a 16:1, medida nas seguintes condições: até 31 de maio de 2026: quando o motor estiver à temperatura ambiente”, diz o Artigo C5.4.3 do regulamento técnico da FIA.
Fonte: Grande Prêmio