Entenda em 30 segundos
- Saber que a Mercedes terá a chance de atualizar o motor para tentar sanar os problemas de confiabilidade que ainda assombram as garagens só confirma duas coisas: primeiro, que há…
- Afinal, desde que o novo regulamento, com a parte elétrica ampliada a uma proporção 50/50 com o motor a combustão nas unidades de potência, passou a ganhar forma, dizia-se quase que em uníssono pelo…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Saber que a Mercedes terá a chance de atualizar o motor para tentar sanar os problemas de confiabilidade que ainda assombram as garagens só confirma duas coisas: primeiro, que há um franco favorito a…
- Saber que a Mercedes terá a chance de atualizar o motor para tentar sanar os problemas de confiabilidade que ainda assombram as garagens só confirma duas coisas: primeiro, que há um franco favorito ao título da temporad…
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Saber que a Mercedes terá a chance de atualizar o motor para tentar sanar os problemas de confiabilidade que ainda assombram as garagens só confirma duas coisas: primeiro, que há um franco favorito ao título da temporada 2026 e, segundo, que ainda é o chassi quem manda na F1
A informação preliminar vinda da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) de que é a Red Bull, e não a Mercedes a ter o melhor motor do grid foi, sem dúvida, o plot twist diante do domínio que os prateados impuseram no começo da temporada 2026, sobretudo com Andrea Kimi Antonelli. Afinal, desde que o novo regulamento, com a parte elétrica ampliada a uma proporção 50/50 com o motor a combustão nas unidades de potência, passou a ganhar forma, dizia-se quase que em uníssono pelo paddock que a marca de Stuttgart recuperaria a vantagem até então exterminada. Só que a própria história da era híbrida comprova que, motor à parte, chassi e aerodinâmica também contribuíram consideravelmente para o sucesso da esquadra liderada por Toto Wolff.
Isso também corrobora que o tropeço dentro do ciclo anterior de regras, que resgatou o efeito solo, foi um ponto fora da curva e resultado direto de uma escolha totalmente equivocada no primeiro ano do regulamento, quando entendeu que estreitar as laterais e criar o famigerado ‘zeropod’ seria a solução para manter a hegemonia. E, definitivamente, só um desastre aerodinâmico seria capaz de derrubar a Mercedes àquela altura na F1.
“A parte aerodinâmica sempre vai ser o diferenciador, porque digamos que a Mercedes desenvolva o melhor motor do grid. Mesmo que eles façam isso, são quatro times que usam o motor . E como que eles vão ganhar uns dos outros? Em aerodinâmica. Então, acho que tem uma expectativa muito grande e uma motivação muito grande, mas também um receio muito grande, porque, como aconteceu com a gente em 2022, se você segue um conceito falho, o tempo que gasta para consertar aquilo é muito grande, principalmente com o teto de gastos da Fórmula 1”, disse o ex-estrategista sênior da Mercedes, Leonardo Donizete da Silva, ao GRANDE PRÊMIO no ano passado, em Interlagos, quando perguntado justamente sobre os rumores que colocavam o time de Brackley já à frente dos demais.
Fonte: Grande Prêmio