Motorsport.com Brasil - F1

Mesmo com crise na Aston Martin, Stroll não pensa em deixar a F1

Piloto canadense quer continuar na equipe de Silverstone para liderar o projeto vencedor “em dois ou três anos”

Mesmo com crise na Aston Martin, Stroll não pensa em deixar a F1

Piloto canadense quer continuar na equipe de Silverstone para liderar um projeto vencedor “em dois ou três anos”

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

Nos últimos anos, surgiram muitos rumores apontando para a saída de Lance Stroll da Aston Martin e da Fórmula 1, já que, em sua 10ª temporada na categoria, numa campanha em que completará 28 anos, ele tem demonstrado estar mais cansado de tudo do que realmente aproveitando.

Fórmula 1F1: Gasly e Alpine completam teste de dois dias da Pirelli em Magny-Cours com pneus de chuva de 2027

Fórmula 1F1: Cadillac foca em três áreas para melhorar performance do carro de 2026

Fórmula 1ANÁLISE F1: Ferrari e Red Bull travam duelo técnico com versões diferentes da “asa Macarena”

O momento atual da Aston também não ajuda, assim como uma mudança no regulamento que trouxe carros e unidades de potência menos atraentes para os pilotos.

No entanto, Stroll garante que isso não afeta sua decisão sobre o futuro: “Não é que a gente tivesse previsto isso. Todo mundo vinha dizendo há um ano e meio, ou há quanto tempo for, que tudo o que parecia que ia acontecer, a questão das baterias, retirá-las dos carros para recarregá-las e tudo mais, não parecia nada bom, e agora simplesmente temos o que esperávamos”. 

“Provavelmente seja mais frustrante para a Aston Martin do que para a Mercedes neste momento. Mas a F1 é assim. É o que tem. Esperemos que melhore”, acrescentou.

Quando questionado se 2026 poderia ser seu último ano na categoria máxima, o piloto canadense negou e mostrou-se totalmente confiante e comprometido com a Aston Martin, equipe cujo proprietário é seu pai, Lawrence Stroll, que comprou a equipe com o grande objetivo de tornar seu filho campeão mundial da F1.

“Não, porque continuo tendo muita fé neste projeto e acredito que ainda estamos longe de atingir nosso potencial. Adrian [Newey] se juntou à equipe. Temos a nova fábrica e o novo túnel de vento, como todo mundo sabe".

"Acredito que esta equipe tem muito potencial e quero estar nela, vê-la e fazer parte desta equipe quando chegarmos ao ponto que acredito que somos capazes de alcançar".

Lance chegou a ousar com uma previsão ousada: “Daqui a dois ou três anos, se eu estiver sentado no sofá vendo dois carros verdes na frente do pelotão e não fizer parte disso, vou ficar chateado. Então, quero fazer parte disso".

Por sua vez, o piloto canadense da Aston Martin espera que, quando esse momento chegar, tanto os carros quanto as unidades de potência se aproximem muito mais do que é e sempre foi a F1.

“E espero que, à medida que isso aconteça, os carros melhorem e sejam mais divertidos de pilotar, algo que todos os pilotos gostariam. Não sou só eu. Alguns ainda podem dizer isso, outros não podem devido a contratos e outras questões. Espero sinceramente que esses carros melhorem muito e que voltemos a ter bons carros de F1”, concluiu.

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

Ouça versão áudio do PODCAST MOTORSPORT:

Your browser does not support the audio element.

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e se junte a nós no aplicativo!

What would you like to see on Motorsport.com?

Fonte original: Motorsport.com Brasil - F1