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O bronze que não ficou no pódio: dez anos de Poliana Okimoto

Dez anos após o bronze na Rio 2016, Poliana Okimoto constrói um novo legado na natação, nas águas abertas e junto à nova geração.

O bronze que não ficou no pódio: dez anos de Poliana Okimoto
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 75/100

Entenda em 30 segundos

  • Dez anos após o bronze na Rio 2016, Poliana Okimoto constrói um novo legado na natação, nas águas abertas e junto à nova geração.
  • Em 15 de agosto de 2016, Poliana Okimoto deixou o mar de Copacabana acreditando ter terminado a maratona aquática dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na quarta colocação.
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Resumo da Redação

  • Dez anos após o bronze na Rio 2016, Poliana Okimoto constrói um novo legado na natação, nas águas abertas e junto à nova geração.
  • Dez anos após conquistar o bronze na maratona aquática da Rio 2016, Poliana Okimoto é lembrada por uma trajetória marcada pela frustração em Londres, pela preparação para os Jogos em casa e por um pódio que ajudou a esc…
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O que aconteceu

Dez anos após conquistar o bronze na maratona aquática da Rio 2016, Poliana Okimoto é lembrada por uma trajetória marcada pela frustração em Londres, pela preparação para os Jogos em casa e por um pódio que ajudou a escrever a história da natação feminina brasileira.

Em 15 de agosto de 2016, Poliana Okimoto deixou o mar de Copacabana acreditando ter terminado a maratona aquática dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na quarta colocação. Depois de nadar 10 quilômetros em quase duas horas, a brasileira havia ficado a dois segundos do pódio. A frustração, porém, durou pouco. A francesa Aurélie Muller foi desclassificada pela arbitragem após a chegada, e Poliana passou ao terceiro lugar. Dez anos depois, aquele bronze continua sendo um dos principais capítulos da história da natação feminina brasileira.

A medalha também encerrou um ciclo iniciado quatro anos antes, em Londres 2012. Na Inglaterra, Poliana abandonou a mesma prova após sofrer com hipotermia e deixou o Lago Serpentine de cadeira de rodas. No Rio, diante da torcida brasileira, conseguiu completar a prova e subir ao pódio.

A conquista, no entanto, não ficou restrita àquele 15 de agosto. Ao longo da década seguinte, Poliana continuou ligada à natação, às águas abertas e ao movimento olímpico. Em 2026, no ano em que a medalha completa dez anos, recebeu uma nova homenagem ao entrar para o Hall da Fama da Natação Brasileira e assumiu também um papel de liderança junto a uma nova geração de atletas.

Fonte: Olimpíada Todo Dia - Geral