Entenda em 30 segundos
- Haitianos se reuniram na Missão Paz, em São Paulo, para acompanhar o jogo contra o Brasil e transformar a noite de Copa em uma celebração.
- Na noite desta sexta-feira, o auditório da Igreja Missão Paz, na rua do Glicério, 225, na região da Liberdade, em São Paulo, transformou-se em uma arquibancada improvisada, um palco de música e dança…
- Acompanhe o desdobramento do tema na central de futebol do Placar Vivo.
Resumo da Redação
- Haitianos se reuniram na Missão Paz, em São Paulo, para acompanhar o jogo contra o Brasil e transformar a noite de Copa em uma celebração.
- Por algumas horas, o Haiti deixou de estar a mais de cinco mil quilômetros de distância.
- Acompanhe a central de futebol do Placar Vivo para ver como esse assunto se conecta com a tabela e os próximos jogos.
Por que acompanhar
No futebol, cada movimentação de mercado, resultado ou declaração de bastidores pode influenciar a tabela, a confiança do elenco e as decisões técnicas das próximas rodadas. Acompanhar esse tema ajuda a entender o momento dos clubes envolvidos.
Contexto Placar Vivo
No futebol, notícias de mercado, bastidores e resultados impactam diretamente a tabela de classificação, as cotas de transferência e o planejamento dos clubes para as próximas janelas. O Placar Vivo organiza o tema com contexto para o leitor entender onde esse assunto se encaixa na temporada atual.
O que aconteceu
Por algumas horas, o Haiti deixou de estar a mais de cinco mil quilômetros de distância. Na noite desta sexta-feira, o auditório da Igreja Missão Paz, na rua do Glicério, 225, na região da Liberdade, em São Paulo, transformou-se em uma arquibancada improvisada, um palco de música e dança e, sobretudo, em um ponto de encontro para dezenas de haitianos que encontraram na Copa do Mundo uma oportunidade de matar a saudade de casa.
Por algumas horas, o Haiti deixou de estar a mais de cinco mil quilômetros de distância. Na noite desta sexta-feira, o auditório da Igreja Missão Paz, na rua do Glicério, 225, na região da Liberdade, em São Paulo, transformou-se em uma arquibancada improvisada, um palco de música e dança e, sobretudo, em um ponto de encontro para dezenas de haitianos que encontraram na Copa do Mundo uma oportunidade de matar a saudade de casa.
Faltavam cerca de duas horas e meia para a bola rolar para Brasil e Haiti, pela segunda rodada do Grupo C do Mundial de 2026, quando o auditório já estava tomado por bandeiras, conversas em crioulo haitiano e francês, celulares registrando cada momento e uma animação que parecia ignorar o relógio. A festa havia começado muito antes do apito inicial.
A música comandava o ambiente desde cedo. Em roda, homens e mulheres cantavam, dançavam e batiam palmas, enquanto crianças corriam e jogavam bola no pátio. Não havia sinais de tensão por enfrentar justamente a Seleção Brasileira. O sentimento predominante era outro: orgulho.
Fonte: Gazeta Esportiva - Futebol