Álex Palou apareceu no fim e cravou o melhor tempo do treino livre 1 das 500 Milhas de Indianápolis, realizado nesta terça-feira (12). Depois de relatar problemas no carro, voltou à pista no fim para anotar 39s834 e superar Marcus Armstrong, que ficou em segundo pela Meyer Shank, com 39s841.
Palou vinha tendo um dia bastante discreto e problemático. Depois de ser um dos primeiros a sair, o carro #10 ficou bastante tempo na garagem. Quando voltou, não completou muitas voltas até o tetracampeão relatar problemas no carro, com cerca de 2h para o fim da sessão, que fez a Ganassi revirar o bólido, sem que encontrasse algum problema específico. Retornou à pista com 13min para o fim e, de cara, cravou o melhor tempo, com 39s834, após ocupar a 32ª posição por grande parte da terça-feira.
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Conor Daly, que liderou o dia 1 dos testes abertos em abril, fechou o dia na terceira colocação pela Dreyer & Reinbold, com 39s851, logo à frente de dois vencedores da Indy 500: Josef Newgarden, que registrou 39s978 pela Penske, e Scott Dixon, com 39s984 pela Ganassi.
Nos minutos finais, Graham Rahal subiu para o sexto lugar ao cravar 40s041 pela RLL, logo à frente de Kyle Kirkwood, que terminou em sétimo no geral, com 40s092, mas foi o mais rápido andando sem vácuo — um indicativo importante pensando na classificação. Scott McLaughlin ficou em oitavo, com 40s106, seguido por Romain Grosjean, que fez 40s196 pela Dale Coyne, e David Malukas, da Penske, que anotou 40s206.

Hélio Castroneves foi o melhor brasileiro do TL1 da Indy 500 com 40s298 pela Meyer Shank, enquanto Caio Collet terminou apenas em 30º, com 40s741. No entanto, o #4 da Foyt fez mais saídas simulando voltas de classificação — algo que acabou sendo a tônica da maior parte da sessão — e registrou o oitavo melhor tempo sem vácuo, com 40s892.
A Indy retorna nesta quarta-feira (13) para o TL2 das 500 Milhas de Indianápolis — os treinos livres seguem até sexta-feira (15). A classificação será disputada entre os dias 17 e 18, no próximo fim de semana. Na sequência, acontecem os dois últimos treinos livres, nos dias 19 e 22. A corrida está marcada para o dia 24 de maio.
Como foi o TL1 das 500 Milhas de Indianápolis
A bandeira verde para o primeiro treino oficial da principal prova da Indy foi dada às 13h (de Brasília, GMT-3), iniciando a contagem regressiva de 6h de atividade. Após 7 min, Mick Schumacher foi o primeiro a ir à pista, mas apenas para uma volta de instalação, retornando logo em seguida aos boxes.
Na sequência, Álex Palou entrou no circuito e, diferentemente de Schumacher, iniciou uma sequência de sete voltas, registrando 41s006 como melhor marca. Durante o stint do espanhol, Conor Daly, Rinus VeeKay e Scott McLaughlin também foram à pista.
Com 15 min de atividade, VeeKay assumiu a liderança com 40s980, enquanto Daly subiu para terceiro, com 41s030. Já o piloto da Penske completou apenas voltas de instalação. Nesse momento, Ryan Hunter-Reay e Pato O’Ward deixaram os boxes com os carros #31 e #5 da McLaren, respectivamente. O mexicano tomou a liderança em sua terceira volta rápida, com 40s918, enquanto o norte-americano registrou a quinta melhor marca, com 41s388.
O’Ward melhorou ainda mais o tempo na quinta passagem, anotando 40s225 com auxílio do vácuo. Schumacher vinha logo atrás do piloto da McLaren na pista e subiu para sexto, com 41s386. O destaque naquele momento era Sting Ray Robb, que assumiu a quarta colocação com 41s008, apenas 0s002 mais lento que Palou.
Pouco depois de 20 min de TL2, Josef Newgarden iniciou os trabalhos nesta terça-feira. O bicampeão da prova completou cinco voltas em sua primeira saída e ficou com o sétimo tempo, com 41s142 — atrás de Felix Rosenqvist, que registrou 41s021 praticamente no mesmo instante, e de Daly, que permanecia com os 41s030 do início da sessão.
Com 30 min de atividade, apenas 15 pilotos haviam entrado na pista. Um deles era Jacob Abel, que completou cinco voltas pela Abel Motorsports e assumiu o oitavo tempo, com 41s164. Na sequência, Palou melhorou e subiu para o segundo lugar, com 40s934. Hunter-Reay foi para quarto, com 40s994, logo à frente de Takuma Sato, que registrou 41s007.

A sessão passou a ter muitas mudanças na sequência, com o #31 saltando para segundo e formando um 1-2 da McLaren ao registrar 40s877. No entanto, Scott Dixon interrompeu a dobradinha ao desbancar Hunter-Reay com 40s701. Naquele momento, David Malukas fechava o top-5, com 40s944.
Com 35 min de atividade, O’Ward mantinha a liderança com 40s225, à frente de Dixon, que cravou 40s585. Hunter-Reay, Palou, Malukas, VeeKay, Sato, Robb, Rosenqvist e Daly fechavam os dez primeiros. Até então, Helio Castroneves e Caio Collet ainda não haviam registrado voltas.
Por cerca de 10 min, apenas Christian Rasmussen, Nolan Siegel e Kyffin Simpson entraram na pista. Os dois primeiros apareceram no top-10 logo de cara, mas foram evoluindo com o passar das voltas. O norte-americano surgiu em terceiro, com 40s864, enquanto o vencedor no oval de Milwaukee cravou 40s929, assumindo o quinto lugar. Simpson, por sua vez, ficou em 15º, com 41s075.
A sessão entrou em um momento de calmaria, com os carros espalhados pela pista realizando stints — casos de Rinus VeeKay e Mick Schumacher —, mas sem melhorarem as marcas registradas até então. Somente com 50 min de TL2 o top-10 sofreu alterações, com Takuma Sato saltando para segundo, com 40s417, enquanto Jack Harvey colocou a Dreyer & Reinbold em terceiro, com 40s541. Graham Rahal, por sua vez, subiu para quinto, com 40s855.
Depois de 5 min, Daly assumiu a liderança da sessão, com 39s851, tornando-se o primeiro piloto do dia a baixar da casa de 40s. O’Ward se manteve em segundo, enquanto Dixon e Marcus Armstrong apareceram na sequência, com 40s249 e 40s409, respectivamente. Logo atrás de Sato, Rossi surgiu em sexto, com 40s460, à frente de Harvey, Rasmussen, Rahal e Schumacher, que fechavam o top-10.
Com 1h de sessão, Rosenqvist subiu para oitavo, com 40s542, enquanto Siegel fez 40s733, indo para nono — e registrando a melhor marca sem vácuo até então. Malukas bateu na trave do top-10, ocupando o 11º lugar, com 40s824. Os brasileiros ainda não haviam entrado no traçado. Minutos depois, Kyle Kirkwood foi à pista e logo entrou no top-10, com 40s654, ficando em nono, entre Rosenqvist e Siegel.
O TL1 voltou a ficar calmo, com poucos carros na pista. Destaque para a troca de vácuos entre Dixon e Rosenqvist por diversas voltas, enquanto a transmissão também mostrou o carro de Caio Collet sendo modificado pela Foyt nos boxes. Com 1h20 de atividade, Helio Castroneves entrou na pista e completou sete voltas, assumindo o sétimo lugar, com 40s502.

Com 1h30 de treino livre 1, Daly seguia na liderança, com O’Ward, Dixon, Armstrong, Sato, Rossi, Castroneves, Harvey, Rosenqvist e Kirkwood fechando o top-10. Collet seguia sem entrar na pista, assim como Katherine Legge, Santino Ferrucci, Romain Grosjean, Dennis Hauger, Will Power, Marcus Ericsson e Ed Carpenter.
A Penske colocou Josef Newgarden e David Malukas na pista. O trabalho em conjunto fez a dupla melhorar, ocupando o 12º e o segundo lugares, respectivamente, com 40s636 e 40s206. Mas quem mais evoluiu naquele momento foi Armstrong, que saltou para a liderança, com 39s841. Daly melhorou, progrediu, mas não conseguiu retomar a ponta, com 39s851.
Pela primeira vez na Andretti, Will Power entrou na pista em um treino livre das 500 Milhas de Indianápolis com 1h45min de sessão. A primeira saída não foi das mais empolgantes: o australiano completou cinco voltas e registrou 40s998 como melhor marca, ficando com o 23º tempo. Poucos minutos depois, foi a vez de Romain Grosjean ir à pista pela primeira vez. O francês completou sete voltas, com 40s670.
Com 2h de atividade, a bandeira amarela foi acionada pela primeira vez para uma inspeção de pista. Armstrong seguia na liderança, com Daly, Malukas, O’Ward e Dixon fechando o top-5. Rossi vinha na sequência, enquanto Jacob Abel surpreendia com o sétimo lugar, com 40s330, à frente de Sato, Castroneves e Harvey. Collet ainda não havia entrado na pista.
A bandeira verde foi acionada 11 min depois, e Collet completou suas primeiras voltas nesta terça-feira logo em seguida, com a pista praticamente livre. O representante da Foyt registrou 40s741 como melhor marca nas quatro primeiras passagens, ficando em 17º, entre Siegel e Rasmussen.
Na sequência, Grosjean voltou à pista e realizou algumas voltas sozinho, encarando o vento. O mesmo fez Kirkwood assim que o francês retornou aos boxes. Nenhum dos dois melhorou os tempos, mas o norte-americano passou a ter a melhor marca sem vácuo, com 40s599.
Pela primeira vez na Andretti, Will Power entrou na pista em um treino livre das 500 Milhas de Indianápolis com 1h45min de sessão. A primeira saída não foi das mais empolgantes: o australiano completou cinco voltas e registrou 40s998 como melhor marca, ficando com o 23º tempo. Poucos minutos depois, foi a vez de Romain Grosjean ir à pista pela primeira vez. O francês completou sete voltas, com 40s670.
Com 2h de atividade, a bandeira amarela foi acionada pela primeira vez para uma inspeção de pista. Armstrong seguia na liderança, com Daly, Malukas, O’Ward e Dixon fechando o top-5. Rossi vinha na sequência, enquanto Jacob Abel surpreendia com o sétimo lugar, com 40s330, à frente de Sato, Castroneves e Harvey. Collet ainda não havia entrado na pista.
A bandeira verde surgiu 11 min depois, e Collet completou suas primeiras voltas nesta terça-feira logo em seguida, com a pista praticamente livre. O representante da Foyt registrou 40s741 como melhor marca nas quatro primeiras passagens, ficando em 17º, entre Siegel e Rasmussen.
Na sequência, Grosjean voltou à pista e realizou algumas voltas sozinho, encarando o vento. O mesmo fez Kirkwood assim que o francês retornou aos boxes. Nenhum dos dois melhorou os tempos, mas o norte-americano passou a ter a melhor marca sem vácuo, com 40s599.
Rasmussen fez uma breve passagem pela pista quando o relógio marcava 2h25min de TL1. O #21 da Carpenter subiu para 15º, com 40s692. Assim que o dinamarquês retornou aos boxes, Marcus Ericsson foi à pista para suas primeiras voltas nesta terça-feira. Em seis giros, o sueco registrou 40s808 e ficou em 19º, imediatamente atrás de Collet.

Com 2h30 de atividade, Katherine Legge voltou à pista depois de ter realizado apenas voltas de instalação. A britânica aparecia em 30º entre os 30 pilotos que haviam registrado tempos, voltando a mostrar que o carro necessitava de muitos ajustes — assim como ocorreu nos testes abertos — ao cravar 41s462. Naquele momento, Santino Ferrucci, Dennis Hauger e Ed Carpenter seguiam apenas nos boxes.
Depois de 5 min, Kirkwood voltou para mais algumas voltas sozinho, encarando o vento, e cravou o décimo tempo, com 40s529, entre Castroneves e Harvey. Após o registro, a pista ficou vazia por cerca de 5 min, até que Power acelerasse o #26 da Andretti — cravou 40s702, o 16º tempo até então.
Assim que o australiano retornou aos boxes, Collet foi para uma segunda saída sozinho, encarando o vento, mas não conseguiu melhorar as marcas. Quem também acelerava era Louis Foster, da RLL, que seguia em 23º, com 40s898. O britânico deu lugar para a compatriota Katherine Legge voltar à pista, mas os ajustes feitos pela Foyt não surtiram efeito, a ponto de a pilota não conseguir melhorar o tempo.
Ericsson retornou ao traçado para mais um stint, mas o sueco novamente não evoluiu após seis voltas. Collet aproveitou a saída do vencedor da Indy 500 de 2022 para acelerar, mas também não melhorou depois de uma sequência de sete giros.
Com 3h de atividade, o treino livre 1 chegou à metade com Armstrong permanecendo na liderança, seguido por Daly, Malukas, O’Ward, Dixon, Rossi, Abel, Sato, Castroneves e Kirkwood no top-10. Collet aparecia em 18º, enquanto Ferrucci foi à pista, deixando apenas Hauger e Carpenter sem tempos registrados. O #14 da Foyt completou um stint de sete voltas e teve 40s982 como melhor marca, ocupando a 27ª colocação.
A sessão continuou com poucos carros na pista — e andando sozinhos, encarando o vento. Power fez uma sequência progressiva e subiu para 14º, com 40s640, registrando a segunda melhor marca sem vácuo do TL1 até então. Ao mesmo tempo, Legge registrou sua melhor volta na atividade, com 41s257, mas permaneceu na 31ª posição. Simpson, VeeKay e Ericsson vieram na sequência para voltas sem vácuo e também sem progresso de tempo. Com 2h48, a bandeira amarela surgiu pela segunda vez para inspeção de pista — a paralização durou 10 min.
Assim que a bandeira verde foi agitada, Carpenter enfim foi à pista, mas completou apenas uma volta de instalação. Hunter-Reay, Simpson, Foster, Rasmussen e Lundgaard também entraram para marcar tempo, sendo que os três primeiros optaram por andar sozinhos, encarando o vento. O #45 foi o único que conseguiu melhorar: subiu para 19º com 40s770, aproveitando o vácuo de Sato, que deixava os boxes.
VeeKay partiu para um novo run com o #76 da Juncos em parceria com a Dreyer & Reinbold, ganhando uma posição e superando Lundgaard para assumir o 25º lugar, com 40s897. Ao mesmo tempo, Ferrucci se aproximou de Collet e ficou duas posições atrás do brasileiro, em 20º, com 40s800.
Depois de algumas horas com o carro na garagem, Palou voltou para um novo stint sozinho, encarando o vento, quando o relógio marcava 2h30 para o término do treino livre 1. O espanhol subiu para o 26º lugar, com 40s934.

Com 3h35 de treino livre, Carpenter iniciou seu primeiro stint completo nesta terça-feira. O #33 não teve um começo promissor, registrando apenas o 31º tempo, com 41s209 — 0s048 mais rápido que Legge. Depois foi a vez de Siegel, Ferrucci e Schumacher irem à pista, mas nenhum deles conseguiu melhorar as marcas anteriores.
Siegel retornou ao traçado depois de 10 min para mais voltas sozinho, encarando o vento, e cravou 40s825, a quinta melhor marca sem vácuo, embora sem avançar na tabela com o #6 da McLaren. O piloto abriu caminho para uma nova tentativa de VeeKay, que permaneceu com os 40s897 que já possuía.
Com 2h10 para a bandeirada, um pelotão se formou com Ferrucci, Rasmussen, Rossi, Armstrong e Simpson. O piloto das Ilhas Cayman foi o único a melhorar naquele stint, subindo para 25º, com 40s873. O grupo mudou 10 min depois, com Carpenter se juntando aos outros dois pilotos da Carpenter, além de O’Ward, Siegel e Legge. A britânica evoluiu para 41s226, mas seguiu na 32ª posição.
Quando o relógio marcava 2h para o fim, o top-10 permanecia inalterado em relação à hora anterior: Armstrong, Daly, Malukas, O’Ward, Dixon, Rossi, Abel, Sato, Castroneves e Kirkwood. A sessão começou a ganhar mais movimentação com 1h50 para a bandeirada, quando a Penske colocou seus três pilotos simultaneamente na pista.
Dixon, que também estava no pelotão, subiu para terceiro, com 39s984, com as Penske em seguida: McLaughlin, Newgarden e Malukas, que fizeram, respectivamente, 40s106, 40s204 e 40s206. As mudanças jogaram Castroneves para fora do top-10, com a 11ª posição.
McLaughlin puxava a fila do pelotão, com Malukas, Carpenter, Newgarden, Rossi, O’Ward e Siegel, indicando algo parecido com a simulação de corrida. Palou desistiu de acompanhá-los e foi aos boxes, relatando ter alguma coisa estranha no carro.
Alguns minutos depois, O’Ward e Rosenqvist começaram a trocar vácuo, com Ferrucci acompanhando um pouco mais distante. Depois que o #60 recolheu aos boxes, o estadunidense se aproximou da McLaren. Enquanto isso, McLaughlin, Carpenter e Simpson começavam a ensaiar um pelotão maior mais atrás.
Malukas, que entrou na pista pouco depois, também foi ultrapassado por Ferrucci e O’Ward. Na sequência, um grupo com mais carros se formou e teve três pilotos lado a lado por um momento: David, Simpson e Kirkwood protagonizaram a cena, que ainda contou com Pato pouco depois, enquanto McLaughlin acompanhava mais atrás.

Simpson liderava o pelotão de cinco carros à frente de Malukas, O’Ward, Daly e Kirkwood, que marcou 40s092 e subiu para a quarta colocação. Ferrucci cravou 40s371 e quase entrou no top-10, ficando em 11º. Com as movimentações, Castroneves caía para 14º e Collet para 22º.
Depois de um breve momento sem carros na pista, Collet foi para mais uma saída com 1h20 para a quadriculada. O brasileiro foi seguido por Newgarden, Rossi e Carpenter — os dois últimos trabalhavam juntos, enquanto os demais andavam de cara para o vento. Nenhum dos quatro melhorou.
Dixon, Kirkwood, Lundgaard, Ferrucci, Grosjean e Abel deixaram os boxes na sequência, com maior ênfase em trocar vácuo e de olho em uma dinâmica mais parecida com a corrida do que com a classificação. O grupo se manteve junto por pouco mais de 5 min, sem que os tempos fossem melhorados — o #14 da Foyt ainda seguiu na pista para acelerar sem vácuo.
Harvey voltou à pista com 1h10min para a quadriculada e deu um prenúncio da happy hour que viria ao retornar ao top-10, com 40s224, assumindo o oitavo posto, entre Malukas e O’Ward. Rosenqvist e Rahal progrediram e subiram para 15º e 16º, respectivamente, com 40s429 e 40s474. Ao mesmo tempo, Hauger foi à pista para as primeiras voltas rápidas do dia — o norueguês completou seis giros e, com 41s162, ficou em 32º.
A hora final foi aberta com Armstrong ainda em primeiro, mas com diversas alterações entre os dez primeiros, então formados por Daly, Dixon, Kirkwood, McLaughlin, Newgarden, Malukas, Harvey, O’Ward e Rossi. Castroneves — que retornara ao traçado pouco antes — ocupava o 17º lugar, enquanto Collet era o 24º. O brasileiro acabou superado por Carpenter, que fez 40s680 e subiu para 22º.
Assim que começou a hora final, Newgarden aproveitou o trânsito mais intenso na pista e subiu para terceiro, com 39s978, enquanto Castroneves e Collet perdiam uma posição com o salto de Rasmussen para 15º, após marcar 40s427, com 53 min para a quadriculada — justamente quando o tetracampeão da Indy 500 voltava aos boxes.
Com os pelotões aumentando, a dupla da Dale Coyne aproveitou para saltar na tabela de classificação: Grosjean subiu para 11º, com 40s326, e Hauger assumiu o 22º posto, com 40s616 — marcas alcançadas perto de 48 min para o fim, quando entrou uma bandeira amarela por nova inspeção de pista.

Depois de um breve momento sem carros na pista, Collet foi para mais uma saída com 1h20 para a quadriculada. O brasileiro foi seguido por Newgarden, Rossi e Carpenter — os dois últimos trabalhavam juntos, enquanto os demais andavam de cara para o vento. Nenhum dos quatro melhorou.
Dixon, Kirkwood, Lundgaard, Ferrucci, Grosjean e Abel deixaram os boxes na sequência, com maior ênfase em trocar vácuo e de olho em uma dinâmica mais parecida com a corrida do que com a classificação. O grupo se manteve junto por pouco mais de 5 min, sem que os tempos fossem melhorados — o #14 da Foyt ainda seguiu na pista para acelerar sem vácuo.
Harvey voltou à pista com 1h10min para a quadriculada e deu um prenúncio da happy hour que viria ao retornar ao top-10, com 40s224, assumindo o oitavo posto, entre Malukas e O’Ward. Rosenqvist e Rahal progrediram e subiram para 15º e 16º, respectivamente, com 40s429 e 40s474. Ao mesmo tempo, Hauger foi à pista para as primeiras voltas rápidas do dia — o norueguês completou seis giros e, com 41s162, ficou em 32º.
A hora final foi aberta com Armstrong ainda em primeiro, mas com diversas alterações entre os dez primeiros, então formados por Daly, Dixon, Kirkwood, McLaughlin, Newgarden, Malukas, Harvey, O’Ward e Rossi. Castroneves — que retornara ao traçado pouco antes — ocupava o 17º lugar, enquanto Collet era o 24º. O brasileiro acabou superado por Carpenter, que marcou 40s680 e subiu para 22º.
Assim que começou a hora final, Newgarden aproveitou o trânsito mais intenso na pista e subiu para terceiro, com 39s978, enquanto Castroneves e Collet perdiam uma posição com o salto de Rasmussen para 15º, após marcar 40s427, com 53 min para a quadriculada — justamente quando o tetracampeão da Indy 500 voltava aos boxes.
Com os pelotões aumentando, a dupla da Dale Coyne aproveitou para saltar na tabela de classificação: Grosjean subiu para 11º, com 40s326, e Hauger assumiu o 22º posto, com 40s616 — isso tudo pouco antes da bandeira amarela com 5h12 de atividade, que entrou para nova inspeção de pista.
A bandeira verde veio com 35 min para o término do primeiro dia de treinos livres para as 500 Milhas de Indianápolis, com um grande pelotão se formando e direito a disputas por posicionamento na pista. Grosjean aproveitou o vácuo para cravar 40s196 e subir para sétimo. Castroneves também melhorou — marcou 40s298 e avançou para 12º, com Carpenter logo em seguida. O grupo continuou em grande fila e ganhou novos nomes com 25 min para o fim, como Rosenqvist, Ericsson e Power. O que não mudava era a presença dos pilotos da Carpenter nas primeiras posições: Rossi, Rasmussen e o próprio Ed Carpenter.

Com 20 min para o término da sessão, Armstrong, Daly, Newgarden, Dixon, Kirkwood, McLaughlin, Grosjean, Malukas, Harvey e O’Ward seguiam entre os dez primeiros. Poucos melhoravam em meio ao grande pelotão e, naquele momento, VeeKay era exceção: com 40s496, subiu para 21º, entre Rahal e Siegel.
Depois de a Ganassi revisar o carro sem encontrar um problema específico, Palou retornou à pista com 13 min para o fim. Logo de cara, cravou o melhor tempo do dia, com 39s834, superando Armstrong por 0s007. Com 6 min para o término, Sato subiu para 13º, com 40s281, ficando logo à frente de Castroneves.
Rahal subiu para a sexta colocação com 4 min para o fim, com 40s041, movimentando o top-10. Com a quadriculada agitada, Palou encerrou o dia na frente, com Armstrong, Daly, Newgarden, Dixon, Rahal, Kirkwood, McLaughlin, Grosjean e Malukas formando os dez primeiros. Castroneves ficou em 15º, com Collet em 30º.
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A programação completa e transmissão da Indy 500 2026:
| Sessão | BRA* | CBV | POR | ANG | MOZ |
| TL2 (13/05) | 13:00 | 15:00 | 17:00 | 18:00 |
| TL3 (14/05) | 13:00 | 15:00 | 15:00 | 18:00 |
| TL4 (15/05) | 13:00 | 15:00 | 15:00 | 18:00 |
| TL5 (16/05) | 9:30 | 11:30 | 13:30 | 14:30 |
| Dia 1 da classificação (16/05) | 12:00 | 14:00 | 16:00 | 17:00 |
| TL6 (17/05) | 14:00 | 16:00 | 18:00 | 19:00 |
| Final 15 (17/05) | 17:00 | 19:00 | 21:00 | 22:00 |
| Top 12 (17/05) | 18:00 | 20:00 | 22:00 | 23:00 |
| Fast 6 (17/05) | 19:35 | 21:35 | 23:35 | 00:35 (SEG) |
| TL7 (18/05) | 14:00 | 16:00 | 18:00 | 19:00 |
| TL8 (22/05) | 12:00 | 14:00 | 16:00 | 17:00 |
| Corrida | 12:45 | 14:45 | 16:45 | 17:45 |
* horário de Brasília [GMT -3]
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Fonte original: Grande Prêmio