Entenda em 30 segundos
- Perito do julgamento da morte de Diego Maradona afirmou que o ex-jogador apresentava sinais de agravamento que poderiam ter sido detectados antes do óbito.
- Integrante da junta médica que analisou o caso, o especialista afirmou que o ex-jogador apresentou sinais claros de agravamento de saúde antes de morrer e defendeu que a equipe responsável deveria te…
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Resumo da Redação
- Perito do julgamento da morte de Diego Maradona afirmou que o ex-jogador apresentava sinais de agravamento que poderiam ter sido detectados antes do óbito.
- O julgamento sobre a morte de Diego Maradona ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira com o depoimento do cardiologista Gustavo Di Niro.
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Por que acompanhar
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O que aconteceu
O julgamento sobre a morte de Diego Maradona ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira com o depoimento do cardiologista Gustavo Di Niro. Integrante da junta médica que analisou o caso, o especialista afirmou que o ex-jogador apresentou sinais claros de agravamento de saúde antes de morrer e defendeu que a equipe responsável deveria ter intensificado os cuidados. Segundo o perito, o quadro de Maradona era compatível com uma condição cardíaca progressiva, e não com uma morte súbita.
Diego Maradona passou por uma deterioração progressiva que poderia ter sido detectada e que deveria ter levado a equipe médica a intensificar os cuidados, afirmou um perito nesta quinta-feira, durante o julgamento sobre a morte do astro.
Maradona morreu aos 60 anos, em 25 de novembro de 2020, vítima de parada cardiorrespiratória e edema pulmonar. Ele recebia assistência médica domiciliar em Tigre, ao norte de Buenos Aires, após ter passado por uma neurocirurgia.
“Antes de um paciente morrer, sempre há sinais que podem ser percebidos. Deveria ter sido dado um alerta, levando a uma mudança na conduta”, disse o cardiologista Gustavo Di Niro, ao depor no julgamento da equipe médica responsável pelo tratamento de Maradona.
Fonte: Gazeta Esportiva - Futebol