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Por que FIA desconsidera parte elétrica dos motores na medição do ADUO na F1 2026

Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis explicou o processo de criação do ADUO e analisou se a parte elétrica das unidades de potência será levada em consideração no futuro

Por que FIA desconsidera parte elétrica dos motores na medição do ADUO na F1 2026
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 75/100

Entenda em 30 segundos

  • Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis explicou o processo de criação do ADUO e analisou se a parte elétrica das unidades de potência será levada em consideração no futuro
  • Além disso, respondeu se o método de medição corre risco de ser alterado nos próximos meses.
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis explicou o processo de criação do ADUO e analisou se a parte elétrica das unidades de potência será levada em consideração no futuro
  • Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis explicou o processo de criação do ADUO e analisou se a parte elétrica das unidades de potência será levada em consideração no futuro Em meio aos debates acerca das Oportuni…
  • Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

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Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis explicou o processo de criação do ADUO e analisou se a parte elétrica das unidades de potência será levada em consideração no futuro

Em meio aos debates acerca das Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização (ADUO, da sigla em inglês), que definiu o motor a combustão da Red Bull como referência da Fórmula 1, Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), explicou por que a parte elétrica não é levada em consideração na hora de definir o ranking. Além disso, respondeu se o método de medição corre risco de ser alterado nos próximos meses.

Vale lembrar que o mecanismo foi incluído no regulamento técnico de 2026 por conta da mudança drástica na proporção de potência entre motor térmico e bateria, atualmente em 50/50 — o que vai mudar a partir de 2027. A ideia, portanto, é dar às fabricantes a chance de compensar um possível déficit muito grande de performance em relação às concorrentes. Desta maneira, concede benesses em forma de atualizações ou descontos no teto de gastos para equilibrar o grid.

Acontece que, quando todos pensavam que a Mercedes seria apontada como principal força devido ao amplo domínio na atual temporada, a FIA classificou a Red Bull como referência, deixando os taurinos de mãos atadas em relação ao desenvolvimento do próprio propulsor. Como resultado, a escuderia liderada por Laurent Mekies pediu esclarecimentos à entidade que rege o esporte a motor, que prometeu rever o ranking de concessões.

Fonte: Grande Prêmio