Entenda em 30 segundos
- Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem destacou que os motores V8 trazem de volta o som "único e visceral" que todos associam à Fórmula 1
- Com o aumento da participação elétrica para 50%, muitos pilotos passaram a se queixar da necessidade de realizar manobras contraintuitivas para recuperar energia — como o lift and coast, por exemplo…
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem destacou que os motores V8 trazem de volta o som "único e visceral" que todos associam à Fórmula 1
- Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem destacou que os motores V8 trazem de volta o som "único e visceral" que todos associam à Fórmula 1 Em um vídeo postado nas redes sociais na última terça-feira (2), Moham…
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem destacou que os motores V8 trazem de volta o som "único e visceral" que todos associam à Fórmula 1
Em um vídeo postado nas redes sociais na última terça-feira (2), Mohammed Ben Sulayem reforçou o compromisso de trazer os motores V8 de volta à Fórmula 1 nos próximos anos. Ao classificá-los como “mais leves, mais simples e mais econômicos”, o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) ainda definiu 2031 como prazo limite para que essa mudança aconteça.
Com o aumento da participação elétrica para 50%, muitos pilotos passaram a se queixar da necessidade de realizar manobras contraintuitivas para recuperar energia — como o lift and coast, por exemplo — e também da queda abrupta de velocidade no meio das retas, o que forçou a entidade que rege o esporte a motor a fazer algumas adequações a partir do GP de Miami.
Além disso, a F1, as equipes e a FIA chegaram a um acordo para ampliar a potência do motor térmico em aproximadamente 50 kW — pouco menos de 70 cv — por meio do aumento do fluxo de combustível. Contudo, como a proposta vai exigir um investimento de aproximadamente US$ 10 milhões (R$ 50,2 milhões, na cotação mais recente), algumas fabricantes estão resistentes a fazer essa mudança já para 2027, desejando postergá-la por mais uma temporada.
Fonte: Grande Prêmio