Entenda em 30 segundos
- Rony processa o Atlético-MG na Justiça do Trabalho e cobra mais de R$ 9,5 milhões em luvas, direitos de imagem e verbas trabalhistas.
- O jogador atuou pelo Galo entre 2025 e 2026 antes de ser transferido para o Santos.
- Acompanhe o desdobramento do tema na central de futebol do Placar Vivo.
Resumo da Redação
- Rony processa o Atlético-MG na Justiça do Trabalho e cobra mais de R$ 9,5 milhões em luvas, direitos de imagem e verbas trabalhistas.
- Segundo o ge, o clube reconhece parte da dívida, mas não houve acordo entre as partes.
- Acompanhe a central de futebol do Placar Vivo para ver como esse assunto se conecta com a tabela e os próximos jogos.
Por que acompanhar
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Contexto Placar Vivo
No futebol, notícias de mercado, bastidores e resultados impactam diretamente a tabela de classificação, as cotas de transferência e o planejamento dos clubes para as próximas janelas. O Placar Vivo organiza o tema com contexto para o leitor entender onde esse assunto se encaixa na temporada atual.
O que aconteceu
O atacante Rony acionou o Atlético-MG na Justiça do Trabalho e cobra mais de R$ 9,5 milhões em valores relacionados a luvas, direitos de imagem e verbas trabalhistas. Segundo o ge, o clube reconhece parte da dívida, mas não houve acordo entre as partes. O jogador atuou pelo Galo entre 2025 e 2026 antes de ser transferido para o Santos.
Rony processou o Atlético-MG por falta de pagamentos referentes a sua passagem no clube mineiro na temporada 2025. A ação movida na 27ª vara de Belo Horizonte chega no valor total de R$ 9.534.076,40.
A princípio, o Atlético deve R$ 762.581,00 para o atual atacante do Santos. Esse valor porém, referente a luvas e direitos de imagem, não teve um acordo concreto para o pagamento.
Na ação, a defesa de Rony pede a incorporação desses valores ao salário do atleta, com reflexos sobre outras verbas trabalhistas. O processo também inclui a cobrança da multa prevista no Artigo 477 da CLT, além do pedido de nulidade da rescisão do contrato de luvas, o que elevaria o valor da cobrança em cerca de R$ 4 milhões.