Entenda em 30 segundos
- Max Verstappen gostou das mudanças nos motores da F1 para 2027, mas admitiu que preferia a proporção de 60/40 de motor de combustão e elétrico já para o próximo ano, em vez de 2028
- A F1 passou por uma enorme mudança de regulamento a respeito dos motores em 2026, com o aumento de importância da proporção da parte elétrica das unidades de potência.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Max Verstappen gostou das mudanças nos motores da F1 para 2027, mas admitiu que preferia a proporção de 60/40 de motor de combustão e elétrico já para o próximo ano, em vez de 2028
- Max Verstappen gostou das mudanças nos motores da F1 para 2027, mas admitiu que preferia a proporção de 60/40 de motor de combustão e elétrico já para o próximo ano, em vez de 2028 Tetracampeão mundial, Max Verstappen,…
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Max Verstappen gostou das mudanças nos motores da F1 para 2027, mas admitiu que preferia a proporção de 60/40 de motor de combustão e elétrico já para o próximo ano, em vez de 2028
Tetracampeão mundial, Max Verstappen, da Red Bull, sente que as recentes mudanças aplicadas pela FIA a respeito dos motores para a temporada 2027 são passos na direção correta, mas despistou falar se as alterações são o suficiente para convencê-lo a permanecer no esporte.
A F1 passou por uma enorme mudança de regulamento a respeito dos motores em 2026, com o aumento de importância da proporção da parte elétrica das unidades de potência. Porém, a novidade não foi tão bem recebida por parte do público e dos pilotos, incluindo Max, que detonaram as quedas de potência e a importância do gerenciamento de energia.
Logo, na última quinta-feira (10), a FIA anunciou um acordo com as montadoras para diminuir a proporção de importância do motor elétrico, que hoje é de 47% na unidade de potência. A partir de 2027, será de 42%, com previsão de queda para 40% em 2028.
Fonte: Grande Prêmio