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John Kennedy eleva patamar pelo Fluminense quando tem dupla no ataque; veja comparação

29/04/2026 04:01

Aos 40 min do 2º tempo - gol de dentro da área de John Kennedy do Fluminense contra a Chapecoense
John Kennedy vive a segunda melhor temporada de sua carreira no Fluminense em 2026. São nove gols marcados até aqui, o que faz dele o artilheiro da equipe no ano. Os últimos gols do atacante, no entanto, indicam que esse desempenho pode ser ainda melhor se ele atuar em uma dupla de ataque.
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John saiu do banco em três dos últimos quatro jogos do Brasileirão para jogar ao lado de Rodrigo Castillo, concorrente pela vaga de centroavante, e em todas elas balançou as redes. Esses três gols salvadores garantiram cinco pontos a mais para a equipe, que estava perdendo ou empatando essas partidas.
Ainda que a amostragem seja curta, a diferença no nível de produção do camisa nove tricolor quando tem uma dupla no ataque é impressionante. São três gols em 96 minutos jogando ao lado de outro centroavante (Cano contra o Coritiba, Castillo contra Santos e Chapecoense).
Uma média de um gol a cada 32 minutos. JK atuou como referência isolada no ataque por 1.525 minutos na temporada, fez seis gols e deu uma assistência, média de uma participação a cada 217 minutos.
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MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.
Os últimos jogos do Fluminense mostram que Zubeldía vem consolidando a ideia de ter Castillo e John Kennedy juntos no time. Por enquanto, isso aconteceu apenas quando o time está buscando o resultado, mas ele não descarta que essa formação possa ser utilizada desde o início das partidas no futuro.
— Creio que eles estão dando a mensagem de que são complementares, que se entendem. Jogar com dois atacantes gera um vazio na parte central, onde normalmente atua um meia. Com dois atacantes, um deles precisa ocupar esse espaço. O Lanús, há um tempo, jogava assim, quando o Flaco López estava lá. E mesmo assim os dois atacantes foram artilheiros. A complementação entre os dois é muito importante. Se eu acelero essa situação, pode acabar sendo ruim. Pouco a pouco vou colocando os dois juntos, a ideia é que eles ganhem minutos para serem titulares ou jogarem juntos ao longo dos jogos. Mas o importante é que eles são complementares — analisou Zubeldía.
Foi atuando ao lado de outro centroavante que John Kennedy viveu seu melhor momento com a camisa tricolor até aqui, em 2023. Naquele time, o Moleque de Xerém quase sempre atuava ao lado de Cano, que era o homem-gol e raramente era substituído por Diniz.
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Foi jogando junto com o argentino em campo que John marcou três dos quatro gols que fez no título continental, inclusive o do título sobre o Boca Juniors na final. A exceção foi o primeiro, contra o Argentinos Juniors. O companheiro havia sido substituído cinco minutos antes, pouco depois de Samuel Xavier abrir o placar.
A parceria dos "Ursos" pode ser um recurso importante, especialmente no momento em que o Fluminense não conta com Lucho Acosta, que se recupera de lesão, e Ganso vive fase de baixa.
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