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Caso essas corridas não aconteçam, o campeonato ficaria reduzido a 20 provas, com Las Vegas encerrando a temporada. A situação poderia abrir espaço para novos eventos fora do Oriente Médio, desde que haja tempo suficiente para viabilizar as mudanças. Questionado sobre a possibilidade de uma segunda corrida em Las Vegas, Domenicali evitou especulações:
“Para ser bem direto, para evitar qualquer especulação, a única coisa que posso dizer é que temos planos”, afirmou. “Esperamos que não precisem ser aplicados, porque realmente desejamos que a situação mundial, e não apenas nas corridas, volte ao normal.”
O dirigente destacou ainda que qualquer alteração gera impactos para equipes e promotores. “Estamos, é claro, alinhados com as equipes e com os promotores, porque isso gera uma grande reação em cadeia. No momento adequado, manteremos todos informados.”
Já o CEO da Liberty Media, Derek Chang, reforçou que a prioridade da F1 é tentar recuperar ao menos uma das provas canceladas: “O bem-estar de todos na F1 vem em primeiro lugar, e sempre gerenciamos o calendário com esse princípio em mente”, declarou. Chang acrescentou que a categoria avalia diferentes cenários para ter tempo suficiente de preparação caso mudanças sejam necessárias. Fonte original: F1 Mania