
Para 2026, a tendência se mantém caso não chova. Segundo a análise da Pirelli, a combinação Médios para Duros segue como a mais eficiente em condições secas. “O nível de desgaste é baixo e a degradação é administrável, então acreditamos que a estratégia de uma parada será usada pela maioria, talvez por todos”, explicou Mario Isola.
A janela ideal para a troca gira entre as voltas 22 e 28, com pouca vantagem para tentativas de undercut. Isso pode levar equipes a alongarem o primeiro stint, protegendo-se de possíveis intervenções de Safety Car ou Virtual Safety Car.
Outra alternativa viável é inverter a ordem dos compostos, começando com Duros e terminando com Médios. A estratégia oferece um stint final mais agressivo, mas traz riscos caso haja neutralizações precoces.
Mais atrás no grid, o uso dos pneus Macios no início pode ser uma aposta para ganhar posições rapidamente. Nesse cenário, o plano mais provável seria Macios para Duros, com parada entre as voltas 16 e 22.
Ainda assim, tudo pode mudar. Com a ameaça de tempestades ao longo do dia, a corrida tem potencial para fugir completamente do roteiro tradicional e exigir decisões em tempo real. Fonte original: F1 Mania