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O dirigente afirmou que o sistema funciona, na prática, como um alívio dentro do teto orçamentário aplicado ao desenvolvimento das unidades de potência: “É um mecanismo de alívio do limite de orçamento, no qual um fabricante que atenda aos critérios do ADUO durante um período de revisão, recebe a oportunidade de desenvolver seu motor por meio de um ajuste descendente”, acrescentou.
Tombazis também destacou que o ADUO não garante ganhos automáticos de competitividade: “Isso não significa que o fabricante não precise construir o melhor motor para vencer. Não é uma solução mágica, nem a FIA distribuindo vantagens para quem está atrás. O sistema apenas oferece margem para desenvolver a unidade de potência dentro das regras técnicas estabelecidas”, completou.
O processo de avaliação do ADUO será dividido em três janelas diferentes ao longo da temporada 2026 da Fórmula 1. Inicialmente, a primeira fase incluiria as seis primeiras etapas do campeonato, mas mudanças no calendário provocadas pela situação no Oriente Médio obrigaram a FIA a revisar o formato, depois do cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita.
Com isso, a primeira análise considerará os GPs da Austrália, China, Japão, Miami e Canadá. O resultado deverá ser comunicado até duas semanas após a etapa canadense. A segunda janela acontecerá entre os GPs de Mônaco e Hungria, enquanto a última avaliação será realizada entre o GP da Holanda e o GP da Cidade do México. Fonte original: F1 Mania