Entenda em 30 segundos
- Piloto destacou que a correlação do aparelho com a pista foi desastrosa para a corrida em Miami
- Com a mudança de regulamento de 2026, quanto mais tempo eles tiverem contato com o monoposto, mais eles poderão encontrar os 'atalhos' e a velocidade.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Piloto destacou que a correlação do aparelho com a pista foi desastrosa para a corrida em Miami
- Piloto destacou que a correlação do aparelho com a pista foi desastrosa para a corrida em Miami Foto de: CHANDAN KHANNA / AFP via Getty Images O simulador de corrida das equipes de Fórmula 1 é uma ferramenta importante…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Piloto destacou que a correlação do aparelho com a pista foi desastrosa para a corrida em Miami
Foto de: CHANDAN KHANNA / AFP via Getty Images
O simulador de corrida das equipes de Fórmula 1 é uma ferramenta importante para os pilotos, já que o tempo de pista com os carros de verdade é limitado. Com a mudança de regulamento de 2026, quanto mais tempo eles tiverem contato com o monoposto, mais eles poderão encontrar os 'atalhos' e a velocidade.
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No entanto, para Lewis Hamilton, o aparelho da Ferrari pode ser descartado porque lhe deu a direção errada para o GP de Miami. O heptacampeão já é conhecido por não ser fã dos simuladores e usava muito pouco, mesmo quando pilotava pela Mercedes.
"No fim das contas, é sempre uma questão de correlação, e quando fazemos isso e depois chegamos à pista, o carro se comporta de forma diferente", explicou à mídia na McLaren.
"Sabe, eu geralmente não gosto de simuladores, mas usei o simulador todas as semanas durante a preparação para esta corrida e trabalhei constantemente na correlação. Você se prepara para a pista, pilota, ajusta o carro de uma determinada maneira, e então chega à pista e aquele ajuste não funciona".
Hamilton destacou que o fim de semana foi complicado principalmente porque contava com apenas um treino livre por conta da corrida sprint. Para a próxima corrida no Canadá, o heptacampeão pontuou que não usará o simulador porque, vale lembrar, a etapa também conta com a corrida de curta duração.
"Então, não vou usar o simulador até a próxima corrida, mas continuarei participando de reuniões na fábrica e me afastando um pouco dele. Quando fomos para a China, tive o melhor fim de semana sem o simulador".
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Fonte: Motorsport.com Brasil - F1