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F1 põe em discussão redução de downforce em 2027 para melhorar gestão de energia

De acordo com o portal inglês The Race, a proposta em curso sugere ajustes em áreas consideradas críticas do carro, como asa traseira, assoalho e sidepods, uma vez que as equipes estão conseguindo aumentar o downforce além do previsto pela…

F1 põe em discussão redução de downforce em 2027 para melhorar gestão de energia
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 100/100

Entenda em 30 segundos

  • De acordo com o portal inglês The Race, a proposta em curso sugere ajustes em áreas consideradas críticas do carro, como asa traseira, assoalho e sidepods, uma vez que as equipes…
  • Além disso, entende-se que a diminuição da pressão aerodinâmica reduziria riscos de problemas de segurança decorrentes de forças excessivas exercidas s…
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • De acordo com o portal inglês The Race, a proposta em curso sugere ajustes em áreas consideradas críticas do carro, como asa traseira, assoalho e sidepods, uma vez que as equipes estão conseguindo au…
  • Ainda em busca de uma solução definitiva para melhorar a gestão de energia dos carros atuais, a Fórmula 1 planeja discutir um plano de redução de downforce para 2027.
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Largada em Miami (Foto: F1 Miami Grand Prix)

Ainda em busca de uma solução definitiva para melhorar a gestão de energia dos carros atuais, a Fórmula 1 planeja discutir um plano de redução de downforce para 2027. Além disso, entende-se que a diminuição da pressão aerodinâmica reduziria riscos de problemas de segurança decorrentes de forças excessivas exercidas sobre os pneus.

A informação é do portal The Race desta terça-feira (5). A publicação afirma que há, no momento, três propostas em curso para ajustes em algumas áreas consideradas críticas do carro, como a asa traseira, o assoalho e o layout à frente dos sidepods.

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A questão entrou em pauta porque as equipes desenvolveram projetos para este ano com cargas aerodinâmicas maiores do que o esperado. As alternativas a serem debatidas, portanto, estimam uma redução nos níveis de downforce de 20, 30 ou 50 pontos, com base no quão extremas forem as alterações sugeridas para a carroceria.

Um dos benefícios da menor pressão aerodinâmica é a consequente otimização da recuperação de energia com os carros mais lentos nas curvas, o que não acontece se eles forem rápidos em tais trechos, além do alívio sobre os pneus. O temor com os ganhos rápidos em downforce apresentados já este ano é que a temporada seguinte crie uma situação extrema para a regeneração da energia.

Diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis contou em entrevista recente que alguns dos problemas atuais de gerenciamento de energia enfrentados pelos pilotos se devem ao fato de as equipes terem produzido carros com desempenho superior em termos de downforce ao previsto pela entidade.

“Um dos motivos pelos quais não conseguimos atingir o desempenho ideal desde o início é que os carros estão um pouco mais rápidos . “Eles encontraram um pouco mais de downforce do que esperávamos e, portanto, a energia recuperada durante a frenagem é menor do que o normal. portanto, temos um desafio um pouco maior do que gostaríamos”, disse Tombazis ao The Race.

Charles Leclerc: proposta da FIA é reduzir ainda mais o downforce para gerar energia em curvas (Foto: Ferrari)

Um ponto importante esclarecido pela publicação inglesa é que o argumento envolvendo a segurança quanto aos pneus dá a FIA a possibilidade de agir unilateralmente. O regulamento técnico da F1 afirma que “quaisquer alterações feitas pela FIA por motivos de segurança podem entrar em vigor sem aviso prévio ou demora.”

Sobre o pacote aerodinâmico introduzido em 2026, Tombazis se mostrou satisfeito, com o adendo de que apenas os níveis de downforce terão de ser ajustados. “Temos a opção de reduzir um pouco o downforce para garantir que não continue aumentando ao longo do ciclo .

“No geral, do ponto de vista aerodinâmico, acho que as regras estão funcionando muito bem, o que significa que o posicionamento dos carros é bastante bom. Podemos observar, inclusive, com carros muito próximos uns dos outros, mesmo em condições de aderência limitada. Portanto, acreditamos que esse aspecto tem funcionado muito bem”, acrescentou.

“Mas continuaremos monitorando o desempenho dos carros e garantiremos, obviamente por meio do processo de governança, que os carros permaneçam dentro da faixa de desempenho adequada”, salientou.

Outra mudança em pauta envolve a área frontal do assoalho, conhecida como ‘bibe’. O design atual se estende bastante para a frente do carro, o que tem gerado preocupações também sobre a segurança. Se um acidente provocar uma situação que faça um carro ser lançado sobre o outro, haveria risco de que os bibes mais longos ultrapassassem a abertura do halo e atingissem os pilotos. Reduzir o tamanho da peça, portanto, é mais uma questão.

Fórmula 1 volta de 22 a 24 de maio, com o GP do Canadá, quinto da temporada 2026.

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Fonte: Grande Prêmio